O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) falou, ao microfone, com a multidão que o rodeava durante caminhada na orla de Copacabana, zona sul do Rio. Lula, em pé na cobertura traseira de uma picape prata com bandeira do Brasil no capô, informou à plateia que o pneu do carro em que ele estava furou.
Com o veiculo parado, e a informar a multidão que sua assessoria estava a tentar resolver o problema, Lula falou com as centenas de correligionários que o cercavam, no ato. "Eu estou com sabor de vitória na boca" disse.
"Não acredito que o povo brasileiro vai colocar um miliciano dentro do Palácio do Planalto", completou. Lula se referiu com esse termo, indiretamente, a seu opositor, o senador Flávio Bolsonaro (PL), sem contudo mostrar provas de sua acusação.
Lula aproveitou para falar sobre o que ele considera inconsistências, em seu adversário. Lembrou "o caso Ana Clara", crime em quem um policial militar teria matado uma menina de 5 anos, e que foi defendido por Flávio Bolsonaro, que também é advogado.
Lula, de novo sem citar provas, afirmou que seu oponente iria acabar com o processo de fim da escala 6x1, já aprovada no Congresso. Também disse, sem ter comprovações, que seu adversário iria acabar com o Sistema Único de Saúde (SUS).
Lula acusou seu oponente de ser contrário a políticas públicas em prol da população, em sua fala - sem contudo ser demonstrar, com provas, tal afirmação. O atual presidente também acusou, sem provas, seu adversário de ser aliado do governo dos Estados Unidos, em prejuízo aos direitos do Brasil.
"O povo escolherá alguém que beija a bandeira nacional ou escolherá quem beija a bandeira americana", disse. "Não vamos permitir que o Brasil seja quintal de ninguém" afirmou.
Lula acusou seu oponente de ser contrário a políticas públicas em prol da população, em sua fala - sem contudo ser demonstrar, com provas, tal afirmação Agustin Marcarian/Reuters
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