Petrobras prevê bases no Pará e Amapá, caso haja comercialidade de petróleo na Foz do Amazonas

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Fonte da notícia: Valor Valor

A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse nesta quarta-feira (14) que não existe uma disputa entre o Amapá e o Pará para o desenvolvimento de bases de apoio para a atividade exploratória na Margem Equatorial. A Bacia da Foz do Amazonas, onde a companhia já fez descobertas recentes, mas ainda não declarou a comercialidade, é a mais próxima dessa região. Confira resultados e indicadores da Petrobras e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360

“Essa disputa não existe”, disse a executiva em postagem em seu perfil pessoal no Linkedin. “Em se confirmando comercialidade das áreas, ambos [Amapá e Pará] serão necessários. A Margem Equatorial será motivo de convergência pelo desenvolvimento do Arco Norte, não de disputa.”

Chambriard conclui: “Segue mais uma especulação sobre conflito fictício.”

A Margem Equatorial vai do Rio Grande do Norte ao Amapá e envolve cinco bacias: Potiguar, Ceará, Barreirinhas, Pará-Maranhão e Foz do Amazonas.

A Petrobras já construiu bases de atendimento à fauna em Belém e no Oiapoque (AP) a pedido do Ibama, entre as contrapartidas exigidas pelo órgão ambiental para permitir a perfuração na Foz do Amazonas.

A Margem Equatorial vai do Rio Grande do Norte ao Amapá e envolve cinco bacias: Potiguar, Ceará, Barreirinhas, Pará-Maranhão e Foz do Amazonas Reprodução/Nasa

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