Os pais biológicos de um bebê nascido com uma grave malformação cardíaca pediram à Justiça dos Estados Unidos que encerre definitivamente a disputa judicial com a barriga de aluguel McKenna West, de 28 anos. Segundo o site TMZ, nesta terça-feira (13), Nausheen Gilkar e Omar Ahmed afirmam que ela continua tentando obter a guarda do menino, apesar de derrotas em diferentes tribunais, e a acusam de explorar a repercussão do caso para arrecadar dinheiro. Mãe biológica chora e barriga de aluguel segue sem ver bebê com cardiopatia: entenda audiência de quase 5 horas nos EUA Saiba mais: Após recusar aborto, barriga de aluguel perde última tentativa de obter guarda de bebê com cardiopatia nos EUA O casal também alega que West mobilizou grupos de interesse para conseguir recursos e representação jurídica e iniciou uma campanha de arrecadação na plataforma GoFundMe. Os pais afirmam que a barriga de aluguel não vê a criança desde o parto e pedem que o processo seja rejeitado para evitar novos anos de disputas judiciais. Disputa começou após diagnóstico cardíaco A controvérsia começou durante a gravidez, quando médicos diagnosticaram no bebê a síndrome da hipoplasia do ventrículo esquerdo, uma cardiopatia congênita grave. West se recusou a interromper a gestação, apesar de, segundo ela, ter recebido pedidos dos pais biológicos para realizar um aborto. O menino nasceu em 12 de agosto, em Dallas, no Texas, e passou por uma cirurgia cardíaca de grande porte. West o chama de Gabriel; o casal, de Rumi. As tentativas da barriga de aluguel de obter a guarda foram rejeitadas por diferentes instâncias, incluindo a Suprema Corte dos Estados Unidos, que negou seu pedido de emergência em setembro. A Justiça da Califórnia reconhece Gilkar e Ahmed como pais legais, e o bebê está sob os cuidados deles no estado. O novo pedido busca encerrar a disputa de forma definitiva, mas não representa, por si só, uma decisão final sobre todas as questões ainda em discussão.
Pais biológicos pedem fim definitivo de disputa judicial com barriga de aluguel nos EUA
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O Globo
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