Oriente Médio: Petrobras afirma que operações seguem seguras e em rotas alternativas ao conflito
A Petrobras informou que suas operações permanecem seguras e com custos competitivos, amparadas por rotas alternativas fora da área de conflito no Oriente Médio. Segundo a estatal, no momento, não há risco de interrupção nas importações ou exportações de petróleo.
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O governo do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz e ameaçou incendiar qualquer navio que tentar passar pelo canal. A ação ocorreu em resposta à morte do líder supremo do país, o aiatolá Ali Khamenei, assassinado durante a agressão militar dos Estados Unidos e de Israel.
A principal rota marítima para a exportação do petróleo do Oriente Médio foi fechada pela Guarda Revolucionária do Irã. A passagem é responsável pelo transporte de cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo e serve de rota para navios que saem do Golfo Pérsico, com a produção de boa parte das exportações de Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque.
Fontes ouvidas pela agência de notícias Reuters confirmaram que, antes do fechamento da passagem, a Guarda Revolucionária fez um ataque com drones a um petroleiro que passava pelo estreito.
Os preços do petróleo e do gás dispararam e as bolsas pelo mundo operaram em queda na segunda-feira (2). O preço do barril de Brent chegou a subir quase 14%.
No Brasil, a Bolsa de Valores fechou o dia em alta de 0,28%, puxada pelos papéis da Petrobras. O dólar comercial fechou em alta de 0,62%, cotado a R$ 5,16.
