Carlos Augusto Montenegro passou mais de quatro décadas à frente do Ibope, acompanhando eleições e ajudando a transformar as pesquisas de opinião em um dos principais termômetros da política brasileira. Hoje, aos 72 anos e aposentado do setor, o empresário acha que esses termômetros estão com problemas – e que os institutos podem estar subestimando a vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula.
O ex-chefe do Ibope diz o que enxerga – e que as pesquisas não mostram
Fonte da notícia:
Brazil Journal
Brazil Journal
Deseja ler a íntegra original na fonte jornalística?
Acessar matéria no site Brazil Journal