A substituição da estatal Infraero por empresas privadas na gestão dos aeroportos brasileiros tem se revelado um acerto ao permitir investimentos com que o Estado seria incapaz de arcar. Não faltam exemplos bem-sucedidos de ampliação ou criação de novos terminais, como nos aeroportos internacionais de São Paulo ou Brasília.
Mesmo nas concessões que enfrentam percalços, o modelo tem demonstrado robustez, permitindo mudanças para assegurar o melhor serviço. Não há melhor exemplo que o Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro, cuja gestão acaba de ser assumida pela espanhola Aena, com promessa de R$ 1 bilhão em investimentos nos próximos três anos.
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O Globo