O paranormal brasileiro Athos Salomé, mais conhecido como "Nostradamus vivo", previu em entrevista ao PAGE NOT FOUND no fim de dezembro do ano passado que Luiz Inácio Lula da Silva seria reeleito presidente do Brasil. O petista vai para o seu quarto mandato presidencial, que, segundo Athos, deverá ser marcado por "um problema sério ligado aos órgãos urogenitais".
"Lula está debilitado e que talvez não consiga cumprir todo o mandato, pelo menos com muito presença. Mas, por enquanto, no curto prazo, ele seguirá firme.
Ele continuará à frente do governo, mantendo sua força política, mas sinto que, mais adiante, poderá precisar se afastar", declarou o mineiro ao PAGE NOT FOUND. Nesse cenário, disse Athos, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, num eventual afastamento de Lula, que completa 81 anos na terça-feira (27/10), poderá provocar mudanças significativas no governo.
"Alckmin poderá fazer uma diferença importante na condução do país, trazendo mais equilíbrio e ajudando o Brasil a entrar nos eixos", disse o mineiro, que alega ter previsto a pandemia de Covid-19, a morte da rainha Elizabeth II, o câncer do rei Charles III, o título da Argentina na Copa do Mundo de 2022 e a compra do Twitter (atualmente chamado de X) por Elon Musk.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, comemora a vitória da eleição presidencial com apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo Edilson Dantas / O Globo
Apesar da vitória de Lula, o vidente prevê que, apesar de derrotado, o bolsonarismo seguirá forte no país. "O bolsonarismo continuará vivo, não se engane.
Quase metade dos eleitores votou em Flávio, e isso prova que há uma base forte atuando por aí. O 'x' da questão agora é quem vai liderar essa tropa.
Michelle [ex-primeira dama] pode trilhar seu próprio caminho, Eduardo e Carlos [filhos de Jair Bolsonaro] seguem na briga por espaço, mas nomes de peso como Tarcisio de Freitas enxergam a chance de ouro para dominar a direita", declarou o mineiro. Nesse jogo de xadrez da oposição, qual deverá ser o papel do derrotado nas urnas? Segundo Athos, Flávio não terá dias fáceis:
"Flávio vai tentar manter a marra de todo jeito buscando anular o pleito antes de ir preso ou dar o fora do país após investigações. Nesse ponto a verdadeira guerra pelo espólio bolsonarista ganha força."
Flávio Bolsonaro após derrota para Lula nas urnas Cristiano Mariz/Agência O Globo
Flávio ficará sem cargo eletivo e sem foro privilegiado a partir de fevereiro de 2027, quando os novos eleitos tomam posse no Senado. Será a primeira vez em 24 anos, desde 2002, que o político não terá um cargo público.
Depois disso, Flávio volta a poder ser investigado e processado pela primeira instância, ou seja, a Justiça comum. No entanto, as investigações nas quais Flávio já é investigado formalmente devem permanecer no Supremo Tribunal Federal.
Em 2025, o Supremo definiu que crimes praticados no cargo e em razão das funções continuam sendo julgados pelos tribunais superiores, mesmo depois de o político deixar o cargo. Outro ponto destacado por Athos foi a questão da soberania nacional, um tema bastante debatido durante a campanha.
"O Brasil esteve próximo de comprometer sua soberania, rumando ao colapso e tendo risco real de transformação na forma de negociar espaço internacional. O país precisa definir parcerias pensando no retorno ao povo e não por amizade entre chefes de Estado", comentou ele.
"Trump não é confiável, e isso representa um risco político considerável para o Brasil e para o próprio Lula. Acredito que ele possa tentar criar dificuldades, exercer pressão ou tomar medidas para prejudicar o governo brasileiro, caso isso atenda aos seus interesses", finalizou o paranormal.
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