Nome da cena indie carioca, Rodrigo Torrero busca o 'realismo mágico' nas nove canções autorais do álbum 'Erre'

Nome da cena indie carioca, Rodrigo Torrero busca o 'realismo mágico' nas nove canções autorais do álbum 'Erre' - Foto
Fonte da notícia: G1 G1

Rodrigo Torrero em ilustração exposta na capa do primeiro álbum do artista carioca, 'Erre', produzido por Vinicius Castro Arte de Luiz Silva a partir de foto de Aloysio Araripe

♫ NOTÍCIA ♬ Rodrigo Torrero já é nome recorrente no circuito carioca de festivais, no qual vem buscando afirmação como cantor e compositor, com resultados geralmente positivos.

Formado em Música pela Unirio, o artista começou a compor em 2013 e, seis anos depois, debutou no mercado fonográfico com a edição do EP “Uma noite de sol” (2019). Seis singles depois, Torrero chega ao primeiro álbum, “Erre”, programado para 6 de novembro.

Antecedido pelos singles que adiantaram as gravações das músicas “Todos os assuntos” e “Mury”, esta uma parceria do compositor com Carol Viani, o álbum “Erre” encadeia nove canções autorais fincadas no território da música que pode ser qualificada como nova MPB, mas com eventuais acenos para o pop.

O álbum foi gravado com produção musical de Vinicius Castro e com participações de artistas e amigos do círculo afetivo do artista. Antonia Medeiros, colega de Torrero na faculdade de música e no grupo vocal Consoantes, figura na música “Pouca vergonha”.

O cantor e compositor carioca Rodrigo Torrero lança em 6 de novembro o primeiro álbum, 'Erre', com participações de colegas do grupo vocal Consoantes Aloysio Araripe / Divulgação

Já o canto da faixa “Velha farra” é dividido por Rodrigo Torrero com Guilherme Imia (outro colega da faculdade e do grupo Consoantes) e Tom Rossi, amigo músico dos tempos de escola. A propósito, a música “Velha farra” é homenagem do artista a Totó Joey – cachorro da família morto em 2016 – e se inspira em “Diana” (Toninho Horta e Fernando Brant, 1977), também uma canção escrita em memória de cadela de estimação.

“Errar”, “Ir”, “Julia” e “Mirante” são outras músicas que compõem o repertório inteiramente autoral do álbum “Erre”. São canções situadas em universo caracterizado por Rodrigo Torrero como “realismo mágico”, criado a partir do mix das referências do artista no mundo do realismo fantástico – como a saga de “O senhor dos anéis”– com a magia extraída do cotidiano.

“São canções que abraçam a incerteza do que está do outro lado da curva e que se permitem encantar com o que está ao redor”, filosofa Rodrigo Torrero, torcendo para que o álbum “Erre” configure um acerto na trajetória indie do artista. Capa do álbum 'Erre', de Rodrigo Torrero

Arte de Luiz Silva a partir de foto de Aloysio Araripe

Publicação Original G1 g1.globo.com
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