A média anual de mortes relacionadas ao calor aumentou quase 36% no mundo na década seguinte à entrada em vigor do Acordo de Paris em comparação com a anterior. Somente em 2023, o calor foi associado a um recorde de 710 mil mortes, mais do que as provocadas pela malária ou pelo HIV.
E mais de 70% delas atribuídas às mudanças climáticas provocadas pelo homem. A crise do clima deve ser reconhecida formalmente como emergência global de saúde, e a saúde, colocada no centro de todas as decisões climáticas, desde a redução das emissões de gases-estufa até as prioridades de financiamento.
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