Mulher morre em voo de 17 horas entre Nova York e Nova Zelândia; tripulação tenta reanimá-la, mas não consegue, e caso é investigado
Uma mulher morreu de forma repentina durante um voo de longa duração que partiu de Nova York com destino à Nova Zelândia. O caso ocorreu na madrugada desta terça-feira (14), após cerca de 17 horas de viagem e mobilizou equipes de emergência no momento do pouso.
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De acordo com autoridades locais, os serviços de emergência foram acionados assim que a aeronave aterrissou, diante da suspeita de “morte súbita”. Nesta terça-feira (14), o legista responsável abriu uma investigação para esclarecer as circunstâncias do óbito.
Em nota, a companhia aérea Qantas confirmou o incidente e informou que a passageira recebeu atendimento imediato a bordo. “A tripulação e médicos presentes prestaram socorro urgente, mas, infelizmente, ela não resistiu”, afirmou um porta-voz, que também expressou condolências à família.
Atendimento em pleno voo
Segundo a empresa, o protocolo padrão foi seguido, com a comunicação antecipada às autoridades para que o avião fosse recebido por equipes especializadas no aeroporto. A identidade da vítima não foi divulgada.
O episódio ocorre poucas semanas após outro caso envolvendo morte durante voo internacional. Em março, uma passageira de cerca de 60 anos morreu cerca de uma hora após a decolagem de Hong Kong em um voo da British Airways com destino a Heathrow, em Londres.
Apesar da morte em pleno voo, os pilotos optaram por seguir viagem. Durante o trajeto, a tripulação precisou lidar com a remoção e o isolamento do corpo na parte traseira da aeronave. Relatos indicam que, próximo ao pouso, passageiros começaram a reclamar de um forte odor na cabine.
Ao aterrissar, a polícia recebeu o voo e manteve os 331 passageiros a bordo por cerca de 45 minutos para procedimentos de investigação. O caso também gerou questionamentos sobre protocolos adotados em situações semelhantes durante voos de longa duração.
