Um ex-atirador de elite do Exército dos EUA afirmou que uma "operação militar secreta" ocorreu perto da Área 51 — base militar altamente secreta da Força Aérea dos Estados Unidos, localizada no deserto de Nevada, a cerca de 135 km ao norte de Las Vegas, na região do Lago Groom — e que, pelo menos, um soldado americano foi morto em confronto contra "alienígenas reptilianos" (extraterrestres que teriam a aparência de répteis).
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Veja mais: Porta-voz da Casa Branca não passou na prova de ordem de advogados e se envolveu com 'esquema de pirâmide' Nick Betts, apresentador do podcast "Liberty Risk", relatou que o sniper — cuja identidade não foi revelada — de uma unidade de elite de missões especiais das Forças Armadas contou a ele que, junto a outros soldados, recebeu armas de energia para caçar três criaturas que haviam invadido uma instalação ultrassecreta dos EUA.
Durante a missão, realizada n um túnel subterrâneo profundo próximo à base em Nevada, um soldado teria sido atingido no peito e morto instantaneamente pelo mesmo tipo de arma de energia direcionada. "Eles disseram que atiraram nessa criatura, que era bípede, tinha uma aparência levemente reptiliana, mas possuía dedos e estava usando esse sistema de armas", afirmou Betts.
O apresentador contou que o integrante do Comando Conjunto de Operações Especiais (JSOC) revelou o ocorrido enquanto participavam de um documentário sobre a guerra em curso na Ucrânia. Betts, um veterano que serviu como atirador de elite no Iraque e no Afeganistão, disse aos seus coapresentadores — ambos ex-membros dos do Corpo de Fuzileiros da Martinha, Kevin Kent e Ryan Williams — que acreditou na veracidade do relato após observar a reação chocante de um outro soldado que, supostamente, também participou da missão na Área 51.
Segundo Betts, tanto a sua fonte quanto o outro membro do JSOC o ameaçaram, exigindo que ele não comentasse o que lhe havia sido contado. Ele acrescentou que a participação de ambos no documentário foi misteriosamente cancelada logo após ele ter questionado sobre o incidente na manhã seguinte.
As Forças Armadas dos EUA e a Casa Branca têm sustentado que nunca houve qualquer evidência física da existência de OVNIs ou de extraterrestres. O complexo em Nevada tem sido associado a alegações de pesquisas secretas sobre OVNIs e ao desenvolvimento de aeronaves experimentais desde a década de 1940.
A existência da base foi negada ou omitida pelo governo americano durante décadas, sendo oficialmente reconhecida pela CIA apenas em julho de 2013, após um pedido baseado na Lei de Liberdade da Informação (FOIA).
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