Senadora também articula candidatura à presidência do Senado, hoje ocupada por Davi Alcolumbre Rogério Marinho (PL-RN), candidato à presidência do Senado, pediu que aliados da direita evitem ataques à senadora Tereza Cristina (PP-MS), que também articula uma candidatura ao comando da Casa.
Os dois pretendem disputar o cargo contra o atual presidente, Davi Alcolumbre (União-AP), em 1º de fevereiro de 2027. “A direita não se divide: se soma.
A senadora Tereza Cristina tem toda a legitimidade de ser candidata. É nossa amiga, nossa parceira, estamos do mesmo lado, com as mesmas bandeiras.
Eleição se ganha com convencimento, e cada um vai buscar os seus apoios. No momento certo, vamos convergir.
Juntos, vamos mudar a presidência do Senado!”, escreveu Marinho nesta sexta-feira, 6, no X. O PL oficializou a candidatura de Marinho na quarta-feira, 4.
Em entrevista ao programa Pânico, da Jovem Pan, compartilhada pelo senador na rede social, ele também disse não ter nada contra Alcolumbre, a quem classificou como “bem-humorado”. Marinho disse ainda contar com o apoio da bancada do PL e de partidos aliados para vencer a eleição.
“Acho que temos número suficiente para dar certo”, afirmou. Osenador também defendeu o fim do voto secreto na eleição da Mesa Diretora e nas decisões sobre processos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Voto aberto é respeito ao povo brasileiro! Todos nós devemos satisfação à sociedade, e voto secreto simboliza a atual omissão do Senado. Vamos defender o voto aberto na eleição da Casa e em caso de impeachment de ministro do STF.
Ninguém está acima da lei ou dos eleitores.” Atualmente, a votação para escolher o comando do Senado é secreta.
O resultado permite conhecer apenas a quantidade de votos recebidos por cada candidato, sem identificar a escolha individual dos parlamentares. Integrantes do PL defendem a mudança também para pressionar senadores eleitos com apoio do bolsonarismo a não apoiar a recondução de Alcolumbre.
O Antogonista