Marcola deixa campanha de Lula para focar na própria defesa e evitar respingos na corrida eleitoral

Marcola deixa campanha de Lula para focar na própria defesa e evitar respingos na corrida eleitoral - Foto
Fonte da notícia: CBN CBN

O ex-chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, pediu nesta quarta-feira (5), para deixar a campanha à reeleição do presidente Lula, focar na sua defesa e evitar respingos na corrida eleitoral. A informação foi confirmada pela CBN com uma fonte do PT. A decisão ocorre um dia depois dele ter admitido empréstimo de R$ 249 mil da lobista Roberta Luchsinger. Ela é amiga pessoal de Lulinha, filho do presidente, e investigada pela Polícia Federal por suspeita de fraudes em aposentadorias do INSS.

Lula chama revogação de visto de embaixadora brasileira por EUA de 'irresponsável' e 'desnecessária' Relação entre Brasil e Argentina permanecerão em nível reduzido enquanto ataques de Milei seguirem, diz agência Marcola, que é conhecido por ser uma pessoa de confiança de Lula, já havia deixado o Planalto há duas semanas justamente para atuar na campanha. Em nota nesta terça (4), afirmou que o repasse foi um empréstimo pessoal já quitado. O ex-assessor de Lula colocou os sigilos bancário e fiscal à disposição da Justiça para comprovar o caráter da transação. Também em desdobramento das investigações, o ministro do STF, Flávio Dino, autorizou a abertura de um terceiro inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. A pedido da Polícia Federal, ele será investigado por suspeita de tráfico de influência. Lulinha já é alvo de outros dois inquéritos no Supremo sobre a Dataprev e o Ministério da Saúde. A defesa afirmou receber a decisão com tranquilidade e sustenta que o empresário não tem relação com irregularidades. Em Brasília, o caso alimentou embates políticos. O senador Flávio Bolsonaro tem utilizado o episódio para tentar ligar Lula às fraudes do INSS. Já a base vem associando Flávio Bolsonaro ao caso. Um dos alvos da Operação Sem Desconto da PF de ontem, que investiga as fraudes do INSS, é o advogado Willer Tomaz, tido como amigo pessoal do senador.

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