The Legend of Zelda celebrou seus 40 anos em 2026 com o remake de seu capítulo mais aclamado, The Legend of Zelda: Ocarina of Time, que será lançado em 5 de novembro. A franquia, no entanto, conta com muitos outros games que também mereciam receber o mesmo tratamento e ganhar versões atualizadas para uma nova geração de jogadores. Alguns títulos já passaram por esse processo, como The Legend of Zelda: Link's Awakening, no Nintendo Switch, e The Legend of Zelda: Majora’s Mask 3D, no Nintendo 3DS. Pensando nisso, o TechTudo reuniu 7 jogos da saga que também mereciam ganhar remakes. 🎮 Review | The Blood of Dawnwalker é a grande surpresa dos RPGs em 2026 📲 Comparador de celulares do TechTudo: veja os melhores para jogar Há mais jogos na saga The Legend of Zelda que merecem remakes assim como Ocarina of Time Divulgação/Nintendo ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝 Quais são os dez melhores jogos na sua opinião? Comente no Fórum TechTudo The Legend of Zelda: 7 games da saga que também mereciam remakes The Legend of Zelda (1986) The Legend of Zelda II: The Adventure of Link The Legend of Zelda: A Link to the Past The Legend of Zelda: Oracle of Ages/Seasons The Legend of Zelda: The Minish Cap The Legend of Zelda: Phantom Hourglass The Legend of Zelda: A Link Between Worlds 1. The Legend of Zelda (1986) O clássico primeiro jogo da série de 1986 para o NES era um jogo de ação e aventura com visão aérea no qual o jovem Link começava sua jornada com a famosa frase: "É perigoso ir sozinho, leve isso". Armado com uma espada em mãos o jovem desbravava masmorras em busca da Triforce para derrotar Ganondorf e salvar a Princesa Zelda. Atualmente um pouco difícil de revisitar o jogo original devido ao seu nível de dificuldade e segredos difíceis de desvendar, como ter que explodir paredes não marcadas ou botar fogo em um arbusto aleatório para progredir. Talvez o mais curioso é que o jogo recebeu uma espécie de remake para o Super Nintendo, porém exclusivo do Japão e no periférico Satellaview, que trazia jogos por satélite para o console da Nintendo. Um novo remake com gráficos em 3D que mantivesse a visão aérea do original como nos moldes do remake de The Legend of Zelda: Link's Awakening seria bem-vindo. O primeiro The Legend of Zelda não é um game muito fácil de começar a jogar atualmente Divulgação/Nintendo 2. The Legend of Zelda II: The Adventure of Link Considerado por muitos como uma "zebra" na franquia, The Legend of Zelda II: The Adventure of Link é o jogo mais único da franquia em uma época que seu estilo não estava muito definido. Ele trazia um mapa de visão aérea como de um RPG com batalhas aleatórias de ação 2D como um jogo de ação ou plataforma. Havia também um sistema de níveis, algo que não retornou à franquia. No game, Link enfrentava sua sombra, Shadow Link, para impedir que Ganondorf fosse ressuscitado e quebrar um feitiço de sono eterno sobre a Princesa Zelda. Talvez The Legend of Zelda II: The Adventure of Link pudesse funcionar bem como um remake totalmente em 3D reimaginando todo o jogo, utilizando o material original apenas de base. The Legend of Zelda II: The Adventure of Link é um título da saga que não se parece com nenhum outro capítulo Divulgação/Nintendo 3. The Legend of Zelda: A Link to the Past O jogo que consolidou o estilo da série, The Legend of Zelda: A Link to the Past do Super Nintendo trouxe vários elementos que se tornaram recorrentes como o conceito de mundos alternativos com o Dark World e a espada capaz de banir todo o mal, a Master Sword. Assim como o primeiro game, ele trazia uma visão aérea e colocava Link para salvar a Princesa Zelda, primeiro do feiticeiro Agahnim e depois do vilão Ganon. Originalmente, o jogo The Legend of Zelda: A Link Between Worlds do Nintendo 3DS seria um remake de A Link to the Past, porém o diretor do game, Eiji Aonuma, o transformou em uma aventura original. Apesar disso, jogadores podem reparar que o título se passa no mesmo mundo de A Link to the Past com algumas pequenas mudanças e até mesmo traz conceitos semelhantes ao Dark World. The Legend of Zelda: A Link to the Past foi um dos clássicos do Super Nintendo que poderia ser atualizado Divulgação/Nintendo 4. The Legend of Zelda: Oracle of Ages/Seasons Enquanto a grande maioria dos jogos da série The Legend of Zelda são desenvolvidos pela Nintendo, na era do Game Boy Color a produtora Flagship Studios, uma subsidiária da Capcom, trabalhou em uma trilogia de títulos que foi reduzida para uma dupla. The Legend of Zelda: Oracle of Ages e The Legend of Zelda: Oracle of Seasons são dois jogos diferentes que seguem a base de The Legend of Zelda: Link's Awakening, com extras ao trocar informações entre eles por um código, inclusive o verdadeiro final. Em The Legend of Zelda: Oracle of Ages, Link precisa salvar a Oráculo do Tempo, Naryu, da feiticeira Veran que habitou seu corpo, enquanto em The Legend of Zelda: Oracle of Seasons é a Oráculo das Estações, Din, raptada pelo vilão general Onox. Cada um dos games possui uma mecânica diferente, mas semelhante. Ages conta com a Harp of Ages que pode alternar entre o passado e o presente, semelhante à Ocarina of Time, enquanto Seasons tem o Rod of Seasons que alterna entre as quatro estações, mudando o ambiente ao redor. The Legend of Zelda: Oracle of Ages e Seasons são dois jogos do Game Boy Color que merecem mais atenção Divulgação/Nintendo Ambos os games foram lançados no final da vida do Game Boy Color, antes do lançamento do Game Boy Advance e muitos jogadores não chegaram a conhecê-los, às vezes pensando que se tratam até do mesmo jogo com duas versões, semelhante a Pokémon Red & Pokémon Blue. Um remake poderia atualizar os visuais e apresentar os títulos para uma nova geração, talvez até realizando o terceiro jogo cancelado focado na Oráculo Farore. 5. The Legend of Zelda: The Minish Cap O último game da série desenvolvido pelo estúdio Flagship Studios da Capcom, The Legend of Zelda: The Minish Cap trouxe a primeira aventura original da franquia no Game Boy Advance, que havia recebido também uma versão do clássico The Legend of Zelda: A Link to the Past. Assim como nos games "Oracle", o vilão dessa vez não é Ganon, mas o feiticeiro do vento Vaati. Porém, Link ainda precisa resgatar a Princesa Zelda da mesma forma. The Minish Cap trazia a jogabilidade com visão aérea tradicional dos The Legend of Zelda em 2D com alguns itens inéditos como o vaso Gust Jar e as luvas Mole Mitts, além das Kinstones. Estas pedras quebradas pela metade ao se encontrar a outra parte causavam mudanças e efeitos adversos no mundo. Porém, sua maior adição era o chapéu Enzo que podia encolher Link e permitir que ele conhecesse a diminuta raça dos Minish. Há pouco o que melhorar neste clássico, mas revisitá-lo em 3D soa como uma ótima ideia. The Legend of Zelda: The Minish Cap trazia o conceito de Link diminuir e ver o mundo por um outro ângulo Divulgação/Nintendo 6. The Legend of Zelda: Phantom Hourglass A aventura de estreia de The Legend of Zelda no portátil Nintendo DS trouxe várias novas ideias focadas especificamente no portátil, como uma jogabilidade toda focada na tela de toque sem usar botões. Itens como o bumerangue podiam ter seu traçado determinado ao desenhar na tela de baixo e até mesmo o mapa podia receber anotações. O game é uma sequência direta de The Legend of Zelda: The Wind Waker, trazendo de volta Link e a pirata Tetra, a qual acaba sendo raptada por um navio fantasma. Link se alia ao pirata Capitão Linebeck para tentar resgatá-la. Para isso ele precisa enfrentar um mesmo templo múltiplas vezes usando a Phantom Hourglass (Ampulheta Fantasma) para explorá-lo cada vez mais fundo e obter mapas para explorar os mares ao redor. The Legend of Zelda: Phantom Hourglass usava a tela de toque do Nintendo DS de várias maneiras criativas Divulgação/Nintendo Apesar da aclamação, nem todos apreciaram o sistema de controle de The Legend of Zelda: Phantom Hourglass e um remake com opções para botões poderia ser bem aceito, assim como aconteceu com os controles de movimento na remasterização de The Legend of Zelda: Skyward Sword. Este também é um dos títulos que mais precisa de uma atualização visual devido às capacidades limitadas para 3D do Nintendo DS. 7. The Legend of Zelda: A Link Between Worlds Um título que quebrou muitas concepções da franquia, The Legend of Zelda: A Link Between Worlds começou como um remake de The Legend of Zelda: A Link to the Past e virou um jogo original. Neste game o design básico em que jogadores encaravam masmorras em ordem, ganhavam itens e os usavam para derrotá-las, foi desafiado. Ao invés disso, players podiam alugar ou comprar itens em uma loja de um mercador chamado Ravio e encarar as masmorras em qualquer ordem. O jogo trazia de volta ideias de A Link to the Past com uma dimensão alternativa espelhada com uma versão do reino de Hyrule chamada Lorule, com direito a sua própria Princesa Hilda. Um feiticeiro desta dimensão rapta a Princesa Zelda e sua contraparte Hilda auxilia Link a recuperá-la, ajudando-o a dominar uma maldição do próprio Yuga que permite a Link virar um desenho em paredes. Por ser um jogo mais recente, talvez ele não precise tanto de um remake quanto de um remaster, já que o título atualmente está preso ao Nintendo 3DS, cuja loja digital já foi fechada. The Legend of Zelda: A Link Between Worlds é um excelente jogo que atualmente não pode mais ser comprado no Nintendo 3DS Divulgação/Nintendo Com informações de Zelda Fandom (1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8), Zelda Wiki Mais do TechTudo Veja também: 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA! 🎮🚨GTA 6 TEM GAMEPLAY VAZADA!
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The Legend of Zelda: 7 games da saga que também mereciam remakes
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