Longe dos holofotes e 'na graça de Deus': como estão hoje as ex-namoradas de Dinho, dos Mamonas Assassinas
A vida amorosa de Dinho, vocalista do Mamonas Assassinas, também atravessou os bastidores da fama relâmpago vivida pelo grupo nos anos 1990. Entre a história do grupo formado ainda por Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli, cujos planos foram interrompidos pelo acidente aéreo de 1996 — que completa 30 anos neste mês —, duas mulheres foram figuras importantes. Hoje, elas seguem caminhos um tanto diferentes uma da outra.
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Mirella Zacanini se relacionou com o cantor por cerca de três anos, ainda quando a banda atendia pelo nome de Utopia e dava os primeiros passos na música. Ela acompanhou de perto a virada que transformou jovens anônimos em fenômeno nacional, experiência que mais tarde virou livro. Em “Pitchulinha, minha vida com Dinho – Até que os Mamonas nos separem”, ela lembrou momentos do namoro e explicou a origem do apelido carinhoso citado na canção “Pelados em Santos”.
Mirella Zacanini
Reprodução/Instagram
Atualmente, Mirella direciona sua energia para a fé e para projetos sociais. Ela criou uma escola cristã de artes dedicada ao público infantil, usando música e teatro como instrumentos de formação. “Ao longo da vida, Deus me presenteou de forma extraordinária. E com esta escola não poderia ser diferente! Tudo o que vem Dele é singular. (…) Eu não poderia ser mais feliz, é um momento da minha vida muito especial”, afirma ela sobre o projeto.
Na rede social, ela cita que “a graça de Deus me alcançou” e que trabalha com o “evangelho pregado com arte”.
Já no auge da banda, outra presença se destacou ao lado do vocalista: Valeria Zoppello. A então namorada aparecia com frequência em registros da época, sempre próxima do artista. O relacionamento avançou a ponto de render um noivado pouco antes da tragédia que vitimou todos os integrantes do grupo.
Valéria Zoppello
Reprodução/Instagram
Com passagem como modelo e experiências na atuação, Valeria também se aventurou nas pistas e chegou a competir no automobilismo. Hoje, aos 51 anos, escolheu uma rotina discreta na região serrana onde ocorreu o acidente. Ali, dedica-se à fotografia e a um orquidário.
Mesmo vivendo de forma reservada, ela mantém presença ativa nas redes sociais, onde reúne milhares de seguidores. Não são raros os comentários que retomam o passado ao lado do cantor. Em uma das publicações, ao falar sobre flores, recebeu a pergunta direta de um internauta querendo confirmar se ela havia sido noiva de Dinho.
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Valeria já deixou claro que guarda lembranças com carinho, mas não se define pelo luto. Em uma reflexão pública, afirmou que é feliz, que recorda o ex-companheiro com afeto e que acredita que a dor precisa ter limite para que a vida siga adiante. Sem filhos, diz que essa decisão esteve mais relacionada às escolhas profissionais do que à perda vivida nos anos 1990 — e reforça que teve outros relacionamentos importantes ao longo do tempo.
“Sou incapaz de definir o amor que vivi, mas o que mais se aproxima é que hoje sei que o amor é realmente eterno. O que nos une de forma pura e verdadeira jamais se apaga. Jamais. Ter sido namorada do maravilhoso Dinho não me define, mas faz parte de quem eu sou. Carrego memórias únicas e especiais. Carrego a certeza de ter sido amada e ter amado com toda a intensidade possível”, escreveu ela ao falar sobre o marco dos 30 anos da tragédia.
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