A “força-tarefa” de inspiração fascista do governo Lula (PT) para criar listas negras de quem se recusa a lidar com petistas ou a consumir seus produtos, encontra precedente na Alemanha nazista, com listas de comerciantes judeus, depois com a estrela de Davi pichada em suas portas.
Aquela história de horrores acabaria nos campos de concentração. Foi a militância petista que introduziu isso no Brasil já em 2020, com boicote e até depredações a grandes marcas “bolsonaristas”.
Além da Madero, passaram pelo perrengue do ódio petista empresas como a Havan, de Luciano Hang, caçado até no STF por apoiar a direita. A varejista Riachuelo entrou na lista negra petista pela opção corajosa do acionista majoritário Flávio Rocha, na defesa de pautas conservadoras.
As redes de academias Smart Fit e Bio Ritmo foram vítimas do ódio ativista após o fundador Edgard Corona ser apontado como “de direita”. Também despejaram ira e inveja contra Coco Bambu (restaurantes) e Centauro (esportivos) porque os fundadores defenderiam ideias liberais.
Desde a primeira Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apresentada com a tentativa de reduzir a maioridade penal, atualmente na anacrônica marca de 18 anos, o Partido dos Trabalhadores não aparece como primeiro autor de nenhum dos projetos protocolados na Câmara dos Deputados e no Senado.
O primeiro autor é quem de fato propõe a matéria. Levantamento da coluna rastreou 56 PECs sobre o assunto, sendo que a primeira proposta foi há 33 anos, em 1993.
Com arroxo do 2º turno perigando tirar Lula (PT) do poder, o senador Camilo Santana (PT-CE) correu e apresentou proposta neste sentido. A Câmara concentra a maioria das propostas apresentadas, são 41 PECs.
O Senado, geralmente mais lento, tem 15 propostas. O MDB, ex-PMDB, tem 12 propostas.
PL, 9. O PSDB e PP somam oito cada.
Entre autores, Jair e Flávio Bolsonaro, além de Ciro Nogueira. O deputado Zezinho Bonifácio era uma figura.
Foi líder do governo durante o regime militar e até presidiu a Câmara dos Deputados. Mas sua pátria era a província, Barbacena (MG).
Certa vez ele fazia campanha na cidade quando o informaram de um problema: a ferrenha oposição de um padre, no bairro de Bias Fortes. Ele procurou o padre e pediu seu cavalo emprestado.
O padre ficou constrangido de negar-lhe o pedido. Assim, montado no bicho, ele fez campanha durante todo o dia, no bairro, exibindo o trunfo: “O padre virou, agora me apoia.
Até me emprestou o cavalo...” A oposição acusa o PT de explorar a redução da maioridade penal na eleição, bandeira historicamente associada à direita.
Desde 1993 foi objeto de 56 propostas. Nos cinco governos do PT nenhuma passou.
Lula disse que Flávio Bolsonaro deveria ficar no País e “provar a sua inocência”, mas mantém Lulinha em seu exílio dourado, apesar de responder a três inquéritos por corrupção e tráfico de influência. Rogério Marinho (PL-RN) avisa: vem aí nova taxa das blusinhas.
Já que a CBS da reforma tributária vai cobrar imposto em compras de até US$ 50. “O PT prometeu alívio, gastou irresponsavelmente para se reeleger e agora vai meter a mão no bolso de quem compra barato”, critica.
Deltan Dallagnol cobra a cassação de Lula e Alckmin e acusa a chapa petista de abuso eleitoral, incluindo reajuste do Bolsa Família e subsídios aos combustíveis, estimadas pelo partido em R$ 73 bilhões. Bibo Nunes (PL-RS) ao destacar que agora o Senado é de direita
O deputado General Pazuello (PL-RJ) alerta para o risco de o Brasil ter o maior imposto sobre consumo do mundo e dispara: “Sabe quem vai pagar essa conta? O trabalhador brasileiro”. Senador gaúcho eleito, Sanderson (PL) declarou apoio ao colega do PL: “O meu candidato à presidência do Senado é Rogério Marinho, cujo perfil firme, inteligente e equilibrado é o melhor para o comando”.
Para Márcio Bittar (PL-AC), preocupa a saudação do grupo terrorista Hezbollah à vitória de Lula e diz que terroristas celebrando “vitória” não é orgulho nenhum: “Diga-me com quem andas e eu te direi quem tu és”. Bibo Nunes (PL-RS) ironiza o desafio de Lula diante da situação do país: “Quero ver como o Lula vai salvar o Brasil, depois de receber um País destruído pelo atual desgoverno...
que era dele”. ....33 anos não tem a urgência de 10 dias para eleição.
Diario do poder