Imagine estar em um relacionamento, mas deixar outra pessoa por perto como uma espécie de plano B caso tudo termine. A prática ganhou um nome: cushioning. O termo descreve quem, mesmo comprometido, cultiva uma conexão paralela com alguém que poderia se tornar um novo interesse amoroso no futuro. Veja: Exercícios que podem melhorar a vida sexual Confira: Aplicativo usa astrologia para conectar solteiros Não se trata apenas de ter amigos ou trocar mensagens eventualmente com alguém por quem já houve interesse. Existe a intenção de preservar aquela possibilidade: contatos frequentes, flertes, encontros ou até a manutenção do vínculo com um ex podem fazer parte da dinâmica. A diferença está menos em uma interação isolada e mais no propósito de deixar uma alternativa disponível. O comportamento pode aparecer de forma discreta. Esconder mensagens, apagar registros ou minimizar a intimidade com determinada pessoa são algumas das atitudes que podem acompanhar esse tipo de situação. Em alguns casos, o vínculo paralelo funciona como fonte de validação ou como uma espécie de apoio emocional para quem está insatisfeito com a união atual, mas ainda não decidiu terminá-la. Para quem está do outro lado, o sinal de alerta costuma estar na falta de transparência. Se uma amizade precisa ser escondida, diálogos são apagados ou o parceiro evita explicar a proximidade com alguém específico, vale prestar atenção. Mais do que o rótulo, o importante é entender se há confiança e quais limites foram combinados entre o casal.
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Já ouviu falar em cushioning? Entenda o termo para quem mantém um plano B amoroso
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O Globo
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