Com a oficialização das candidaturas à Presidência, o J.P.
Morgan espera que a volatilidade ganhe força nos mercados brasileiros de câmbio e juros, em um período no qual a trajetória fiscal deve se consolidar como a principal “fonte de preocupação” dos investidores.
No câmbio, embora o real tenha atravessado o ciclo eleitoral até agora com resiliência, o banco vê uma combinação mais delicada à frente, ao avaliar que já existem muitas posições favoráveis à moeda brasileira e praticamente nenhum prêmio de risco eleitoral incorporado aos preços.
Em um cenário adverso para a consolidação fiscal, a volatilidade já precificada pelo mercado seria compatível com o dólar na região de R$ 5,50.
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J.P. Morgan vê real frágil e projeta dólar a R$ 5,50 em cenário eleitoral desfavorável no lado fiscal
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