Isabelle Drummond relembra bastidor de

Isabelle Drummond relembra bastidor de 'Sítio do Picapau Amarelo' e conta: 'Minha mãe diz que eu botava a peruca e ficava mais doida ainda'

Fonte: Bandeira da fonte

Isabelle Drummond agitou a web ao aparecer novamente caracterizada como Emília, do "Sítio do Picapau Amarelo", personagem que ela viveu por seis anos na infância.
A brincadeira foi para anunciar que a versão da série em que ela vivia a boneca, de 2001, está disponível no Globoplay.
Em entrevista, a atriz relembrou como eram o bastidor da época e explicou que faria o teste para outra personagem.
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João Vitor Silva com Isabelle Drummond, a Emília, e Caroline Molinari, a Narizinho, em 'Sítio do Pica-pau Amarelo'
Divulgação
"Eu não tinha noção do que era, eu não conhecia o 'Sitio', eu tinha cinco anos, nem lia.
Quem lia para mim os textos era minha mãe", contou Isabelle em entrevista ao programa "Sem censura", da TV Brasil.
Em seguida, ela confirmou que inicialmente faria o teste para interpretar outra personagem na série, Narizinho.
A atriz contou como aconteceu a mudança: "Eles pretendiam repetir o que foi a Emília (na versão anterior), uma adulta.
A Dirce Migliaccio foi uma das (atrizes que interpretou a boneca).
Eles achavam que era muito complicado, muito texto.
Aí o Nelson Fonseca (produtor de elenco) e viu, e eu era muito espevitada.
Ele falou que eu tinha que fazer o teste e me mostraria para o (diretor, Roberto) Talma.

A artista contou que Fonseca deu a ela o novo texto, de Emília, para que ela gravasse na hora.
Isabelle decorou as novas falas e foi tão bem, que Talma disse que a equipe precisaria repensar a ideia de trazer uma atriz adulta para o papel da boneca.
Em seguida, Lázaro Ramos, que estava também no programa, quis saber se a atriz costumava brincar no set.
Ela falou aos risos:
"Muito, a ponto de atrapalhar.
Depois eu fiquei calma, né.
Eu era uma criança...
Os corredores da Globo sabem.
Eu era muito agitada.
Minha mãe diz que eu botava a peruca (da personagem) e ficava mais doida ainda.
Eu entrava intuitivamente.
Acho que eu pensava que aquilo ali era permitido.
A Emília falava o que vinha na cabeça e eu encarnei aquilo, falava também o que vinha na cabeça".