O Irã afirmou que continua trocando mensagens com os Estados Unidos por meio de intermediários e que permanece aberto à diplomacia, apesar do impasse nas negociações sobre a guerra, paralisadas há semanas. A declaração ocorre em meio ao aumento das preocupações com uma possível retomada do conflito em larga escala, às vésperas de eleições importantes nos EUA e em Israel.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, acusou Washington de insistir em exigências unilaterais e criticou o uso recorrente da expressão "rendição completa" pelo presidente norte-americano, Donald Trump, e por outras autoridades dos EUA.
Segundo Baghaei, nenhum iraniano aceita essa condição. Questionado sobre a possibilidade de ordenar um ataque contra o Irã, Trump inicialmente afirmou que seria imprudente revelar seus planos, mas depois declarou: "Não.
Não haverá um ataque hoje". Enquanto isso, o comandante do Comando Central dos EUA, almirante Brad Cooper, sobrevoava o Estreito de Ormuz e afirmou que mais de três mil embarcações comerciais atravessaram a via marítima com apoio militar americano nos últimos seis meses.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, por sua vez, alertou que o Irã ou grupos aliados poderiam realizar ataques para interferir nas eleições de Israel na terça-feira, 27. Segundo ele, a avaliação se baseia em informações de inteligência.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado).
O Liberal