Investigado como feminicídio, caso da mãe morta estrangulada com carregador de celular tem reviravolta e polícia crava latrocínio em SC

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Fonte da notícia: ND Mais ND Mais

Luana Mendes Darella foi encontrada morta em casa, em Criciúma, no dia 16 de agosto; ela deixou um filho de 4 meses e uma filha de 7 anos Resumo gerado por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.

A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu que a morte de Luana Mendes Darella, de 29 anos, em Criciúma, no Sul do estado, foi um latrocínio, crime caracterizado como roubo seguido de morte, e não feminicídio. A mudança na tipificação ocorreu após a investigação apontar que o suspeito estrangulou a vítima com o fio de um carregador de celular para roubar objetos eletrônicos da residência.

Luana foi encontrada morta em casa, no bairro Fábio Silva, em 16 de agosto de 2026. Ela morava com os dois filhos, um menino de 4 meses e uma menina de 7 anos.

Inicialmente, o caso foi investigado como feminicídio, devido ao histórico recente de término de um relacionamento. No entanto, segundo a Polícia Civil, as investigações mostraram que o suspeito foi até a casa de Luana durante a madrugada para entregar maconha e cocaína encomendadas pela vítima.

Ao perceber a presença de bens de valor, decidiu matá-la para subtrair os objetos. Após ser preso, o investigado, identificado pelas iniciais D.

V. S., confessou ter estrangulado Luana com o fio do carregador para roubar seus pertences.

Ele também admitiu envolvimento com tráfico de drogas. Suspeito confessou após ser presoVídeo: Divulgação/PCSC/ND Mais

A investigação identificou o suspeito a partir da reconstrução do trajeto entre a casa da vítima e a residência dele, com auxílio de imagens de câmeras de segurança. De acordo com o delegado responsável pelo caso, Túlio Falcão, moradores e empresários de Criciúma colaboraram com imagens de diferentes pontos da cidade.

Entre os registros, há uma fotografia do suspeito usando a mesma roupa do dia do crime. Com isso, a polícia conseguiu prendê-lo em Criciúma no dia 8 de agosto.

O investigado também foi apontado como um dos autores de outro roubo no bairro Rio Maina. Com base nos depoimentos, nas imagens e nos laudos periciais, a Polícia Civil indiciou D.

V. S.

por latrocínio e tráfico de drogas. O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, acompanhado de pedido de prisão preventiva.

Gabrielle Tavares atua como repórter do portal ND Mais, onde escreve sobre os assuntos que dominam o noticiário de Santa Catarina, cobrindo segurança pública, cotidiano, política, economia, saúde e mais. Além de produzir textos, é repórter multimídia e participa de conteúdos em vídeo publicados nas redes sociais.

Jornalista desde 2020, é formada pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e tem experiência em portais de notícias, TV e redações multimídia. Cursa pós-graduação em Direito Penal e Criminologia na PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e venceu o Prêmio Mário Petrelli de Jornalismo 2025 e o Prêmio Sistema Famasul de Jornalismo 2019.

Atuou na cobertura eleitoral de 2022, reportando diretamente de colégios eleitorais e entrevistando eleitores e candidatos. Leia mais ▾

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