Instalações luminosas no Centro Cultural Light, reta final de Vik Muniz no Museu Nacional e mais exposições no Rio

Instalações luminosas no Centro Cultural Light, reta final de Vik Muniz no Museu Nacional e mais exposições no Rio - Foto
Fonte da notícia: O Globo O Globo

A nova exposição "Reflexos", que leva obras luminosas feitas com reaproveitamento de resíduos descartados ao Centro Cultural Light, e o encerramento da exposição de Vik Muniz no Museu Nacional da UFRJ estão entre os destaques da semana nos museus e centros culturais cariocas. Abaixo, confira as principais exposições em cartaz no Rio de Janeiro.

Novidade: Rio Carnaval inaugura exposição imersiva inédita sobre a festa CASACOR Rio: evento comemora 35 anos ocupando prédio clássico do Centro com exposições, restaurantes e bar no rooftop Galerias Relacionadas Entrada livre: saiba quais os dias gratuitos dos museus do Rio de Janeiro Extra CASACOR. Rua Araújo Porto Alegre 36, Centro. Ter a dom, das 12h às 20h. R$ 120. Até 8 de novembro. Assinante O GLOBO tem desconto.

Em sua edição de 35 anos, o evento reinaugura o Edifício Aliança da Bahia com 45 ambientes que imaginam diferentes formas de morar, além de exposições, intervenções artísticas e espaços de convivência. O térreo, a sobreloja e o rooftop — com bares, restaurantes e café — têm entrada gratuita.

Edifício Aliança da Bahia: recebe o CasaCor, a partir de 15 de setembro Márcia Foletto Principais museus e centros culturais Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues. Av. República do Paraguai 230, Centro. Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 11h às 18h. Grátis.

A mostra “Alice Shintani e Tomie Ohtake – Montanha e vale” reúne pinturas, gravuras, esculturas e instalações das artistas de diferentes gerações, em diálogos que exaltam as aproximações e tensões entre suas obras. Até 15 de novembro.

Obra de Tomie Ohtake exibida na Caixa Cultural — Teatro Nelson Rodrigues Divulgação/Nelson Kon Casa Brasil. Rua Visconde de Itaboraí 78, Centro. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis.

A mostra “Dançar diante da Lua” apresenta obras do coletivo baiano Acervo da Laje que reverenciam personalidades e entidades afro-indígenas e religiões de matriz africana. Até 15 de novembro. CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março 66, Centro. Qua a seg e feriados, das 9h às 20h. Grátis. 'Um atlas de lembranças: os 120 anos de história do prédio do CCBB RJ'. Mostra com documentos, fotos e objetos sobre o edifício e patrimônio histórico. Longa duração. 'Amazônicas: poéticas femininas'. Com 80 obras de 21 artistas contemporâneas de Pará, Acre e Amazonas, a mostra traça um panorama de sua produção desde 1970. Até 16 de novembro.

'Do sal ao digital: o dinheiro na coleção Banco do Brasil'. Com alguns itens históricos, como a peça da coroação de D. Pedro I, que nunca foi posta em circulação, a mostra permanente do espaço conta a origem do dinheiro no país e no mundo. Atividades interativas, obras de arte e mais de 800 moedas e cédulas estão em exibição. Exposição permanente. Autorretrato de Keila Sankofa em cartaz no CCBB Keila Sankofa Centro Cultural Correios. Rua Visconde de Itaboraí 20, Centro. Ter a sáb, das 12h às 19h. Grátis.

Seguem em cartaz “Importam quais histórias contam histórias”, com colagens e pinturas sobre botânica de Andrea Lins; “Paisagem-miragem”, com instalações e esculturas de Roda Santos; “Dois Rios: um corpo d’água”, com pinturas feitas em conjunto por Márcia Holanda e Joésio Silveira; “En-raizar”, em que Lesiane Lazzarotti relaciona as raízes das árvores à ancestralidade; e “Retificação”, com retratos de pessoas trans e não-binárias que foram apagadas dos registros históricos (até 28 de novembro).

Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF). Av. Rio Branco 241, Centro. Ter a dom, das 11h às 19h. Grátis.

Estão em cartaz “Zumbido”, de João Machado, com cerâmicas, instalações sonoras e vídeos que exploram a relação entre humanos e abelhas nativas do Brasil; “Diários de classe”, de Fernanda Morais, com bordados, vídeos, gravuras, fotografias e instalações que relacionam arte e educação; “As palavras”, com dez instalações da artista e poeta visual Suely Farhi inspiradas no universo feminino; e “Biografemas”, com obras de 11 artistas de diferentes regiões do país que transitam entre a fotografia e o audiovisual para tratar de vivências de grupos minoritários. Até 22 de novembro.

Obra de Suely Farhi na exposição "As palavras" no CCJF Divulgação/Paulo Rodrigues Museu da Imagem e do Som Copacabana. Av. Atlântica 3.432. Sáb e dom, às 10h e às 14h. Grátis, com retirada de ingressos via Sympla. A primeira exposição temporária do espaço, “Arquitetura em cena: o MIS COPA antes da imagem e do som”, conta a história da construção do museu, desde a idealização até as obras, que duraram 16 anos e ainda estão em finalização. Museu da República. Rua do Catete 153. Qua a dom, das 10h às 17h (última entrada às 16h30). Grátis.

Na Galeria do Lago, “Caminhos de ferro – Memórias da madeira” reúne obras de Marcelo Monteiro que usam materiais descartados para revisitar a escravidão (até 29 de novembro). No Palácio do Catete, “Verdades históricas”, de Sérgio Adriano H, repassa a história da negritude brasileira em diferentes formatos; “Aos teus olhos: encruzilhadas palacianas”, instalação de Antonio Pulquério, homenageia as religiões de matriz africana; e em “Espécie invasora: corpo — ocupação”, Rafaela Jemmene reflete sobre corpo, arquitetura e pertencimento nas cidades (até 15 de novembro).

Fotoperformance de Sérgio Adriano H no Museu da República Divulgação/Sérgio Adriano H MAR - Museu de Arte do Rio. Praça Mauá 5, Centro. Qui a ter, das 11h às 18h (última entrada às 17h). R$ 20. Grátis às terças. Com entrada gratuita, a individual de Guilherme Kid, “Quem me ensinou sabia” pensa escolas de samba, quintais e rugas como tecnologias negras de existência no Rio. Até 21 de fevereiro.

'Armadilhas no paraíso'. Tainan Cabral transforma experiências do cotidiano em pinturas, objetos e instalações. Até 28 de fevereiro.

'Beleza valente'. Mais de cem fotografias e vídeos da artista e ativista sul-africana Zanele Muholi, dedicada a documentar a comunidade negra LGBTQIAPN+ há mais de 20 anos, estão reunidos na mostra. A curadoria é de Daniele Queiroz, Thyago Nogueira e Ana Paula Vitorio. Até 30 de novembro.

'Cipó — Pinturas Huni Kuin na Coleção MAR'. Mais de 20 pinturas produzidas pelo povo Huni Kuin, um dos guardiões das tradições da Amazônia brasileira, estão reunidas na exposição, cujo título faz referência à ayahuasca, bebida associada a práticas ancestrais de cura e conexão espiritual, e que é conhecida como Nixi Pãe, algo como “cipó encantado” ou “cipó da força”. Até fevereiro. 'Tião: um fotógrafo da Providência'. A mostra reúne mais de 270 obras de Sebastião Pires de Oliveira (1943-2015), fotógrafo e morador do Morro da Providência que registrou, entre as décadas de 1960 e 1980, o cotidiano da comunidade e as transformações da cidade do Rio. Além do MAR, parte da mostra ocupa o Teleférico da Providência. Até dezembro.

'Nossa vida bantu'. Com cerca de 50 obras, a mostra reflete sobre as raízes dos povos da África Central presentes na identidade nacional. Até fevereiro.

Obras de Guilherme Kid em cartaz na biblioteca do Museu de Arte do Rio (MAR) Divulgação Museu do Amanhã. Praça Mauá 1, Centro. Qui a ter, das 10h às 18h. Dia 5 de julho, até as 15h. R$ 40. Todo dia 10, entrada a R$ 10.

'Jardim de esculturas'. Espaço gratuito na parte externa do museu, em frente à Baía de Guanabara, com obras de Amílcar de Castro, Carlos Vergara, Siwaju e José Resende. 'Do cosmos a nós'. A exposição permanente aborda o impacto do homem no planeta. Recentemente, a seção anteriormente conhecida como "Antropoceno" passou a se chamar "Onde Estamos?", trazendo um novo vídeo-instalação e uma experiência imersiva sobre o tempo presente.

Museu de Arte Moderna (MAM). Av. Infante Dom Henrique 85, Aterro. Qua a dom e feriados, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária (sugestão de R$ 20 para adultos; R$ 10 para crianças e idosos). 'Andréa Hygino: projeto parquinho'. Instalação com cinco brinquedos de parques infantis feitos em escala real com elementos do mobiliário escolar. Até 18 de abril. 'Carnaval como método'. Mostra com obras inéditas comissionadas a seis carnavalescos em atividade, trabalhos de Joãosinho Trinta (1933–2011), Rosa Magalhães (1947–2024) e Maria Augusta Rodrigues (1942–2025), e pinturas de nomes como Heitor dos Prazeres e Nelson Sargento. Até 21 de fevereiro.

A mostra de longa duração “Entre o moderno e o contemporâneo: arte nas coleções do MAM Rio”, que reúne obras de 170 artistas, como Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Guignard, que percorrem as várias fases da arte brasileira desde o início do modernismo no século XX.

Obra sem título de Heitor dos Prazeres exposta no MAM Sérgio Guerini Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora s/nº, Centro. Qua a dom, das 10h às 17h. Até 11 de outubro.

Estão em cartaz as mostras de longa duração “Modelos em gesso: arte, poder e história” com esculturas fundidas em bronze de figuras como Pereira Passos, Barão de Mauá e Imperatriz Teresa Cristina; e “Réquiem: fragmentos do sagrado”, com arcazes de sacristia, pinturas e objetos das práticas religiosas cristãs.

Museu do Pontal. Av. Celia Ribeiro da Silva Mendes 3.300, Barra. Qui a dom, das 10h às 18h. Grátis, com contribuição voluntária. 'Véio — A escuta do sertão'. Com mais de 300 obras, a mosrta traça um panorama de 60 anos de produção de Cícero Alves dos Santos, premiado escultor sergipano. Dentre as obras, estão peças figurativas sobre o sertão e abstratas que usam troncos e galhos. Até março.

'Roraimarte III'. Gustavo Caboco apresenta obras que exploram a inusitada conexão entre Monte Roraima e Marte. 'Festas, sambas e outros carnavais' . A exposição reúne esculturas, fotos e pinturas de mais de 60 artistas de dez estados que abordam festejos populares como maracatu, folia de reis, reisado, jongo, boi-bumbá e carimbó.

'José Bezerra e artistas do Vale do Catimbau'. A exposição reúne nove obras de madeira, algumas com mais de três metros de altura, criadas pelo pernambucano e por seus conterrâneos Gilvan Bezerra, Dário Bezerra e Luiz Benício. ‘Novos ares - Museu do Pontal reinventado’. A mostra presta homenagem à proposta do idealizador e fundador do museu, Jacques Van de Beuque (1922-2000) para o espaço. Longa duração. Obra de Gustavo Caboco exposta no Museu do Pontal Julia Thompson Museu Nacional da UFRJ .Palácio de São Cristóvão, Quinta da Boa Vista. Ter a dom, das 10h às 16h.

Foram prorrogadas as exposições “Rescaldo das memórias”, com obras de Vik Muniz feitas com as cinzas do incêndio que destruiu o museu em 2018, e “Bastidores da ciência”, que detalha os processos de pesquisa e restauração realizados pela instituição. Até domingo (25). Cinzas do incêndio do Museu Nacional reproduzem peças da instituição, por Vik Muniz Divulgação Museu Nacional de Belas Artes. Avenida Rio Branco 199, Centro. Ter a sáb, das 11h às 17h (última entrada às 16h30). Segundo sábado do mês, das 11h às 15h. Grátis.

Na Galeria Rodrigo Mello Franco, a exposição “O futuro da memória” apresenta 68 obras recém-adquiridas para o acervo, que incluem peças de nomes como Di Cavalcanti, Djanira e Anna Bella Geiger. Até 19 de dezembro.

Na Sala Bernardelli, a mostra “Abolicionistas brasileiras” une obras contemporâneas que revisitam a trajetória de mulheres negras como Maria Firmina dos Reis e Anastácia a obras do acervo do museu. Até dezembro.

Paço Imperial. Praça Quinze 48, Centro. Ter a dom e feriados, das 12h às 18h. Grátis.

O novo ciclo expositivo apresenta sete exposições. São elas: “Prêmio Pipa 2026”, com obras dos quatro vencedores da 17ª edição; “O gesto do poder, o poder do gesto — um recorte da Coleção Instituto Pipa”, com trabalhos de participantes ou vencedores de edições anteriores; além de individuais de Lyz Parayzo, Claudia Hersz, Louise Ganz, Marcela Crosman e Érica Magalhães. Até 22 de novembro.

Obra "Santa ceia" (2018), do Coletivo Themônias da Amazônia, vencedor do Prêmio Pipa 2026, em cartaz no Paço Imperial Divulgação/Coletivo Themônias da Amazônia Outros espaços expositivos Academia Brasileira de Letras. Av. Presidente Wilson 203, Centro. Seg a qui, das 11h às 17h30. Fechado dia 7 de setembro. Grátis. 'Entre África e Brasil: o acervo de Alberto da Costa e Silva'. A mostra exibe imagens de viagens, livros e obras colecionadas pelo acadêmico, o maior africanista brasileiro. Longa duração. Biblioteca Nacional. Av. Rio Branco 219, Cinelândia. Seg a sex, das 10h às 17h (última entrada às 16h30). Grátis.

A mostra “Entre tempos: 150 anos de um acervo em movimento” celebra 150 anos da Divisão de Iconografia da casa a partir de fotografias, gravuras, livros de artista e originais de arte da coleção. Dentre os destaques, a Coleção Theresa Christina Maria, com registros fotográficos raros doados por D. Pedro II à instituição em 1889, e obras de nomes como Cildo Meireles, Vik Muniz e Adriana Varejão. Até 4 de dezembro.

Casa Museu Eva Klabin. Av. Epitácio Pessoa 2.480, Lagoa. Qua a dom, das 14h às 18h. Grátis.

A mostra “Hipertelia – Marés de Mudanças” une peças da coleção do museu a obras de nomes como Antônio Obá e Andréa Hygino para refletir sobre como objetos, obras e espaços mudam de função ao longo do tempo. Até 13 de dezembro.

Casa Pacheco Leão. Parque Jardim Botânico. Qui a ter, das 10h às 17h. Grátis.

Em “O tempo das plantas”, mais de 200 itens, entre obras de arte, documentos, ilustrações botânicas, objetos científicos e fotos abordam as conexões históricas entre África, Ásia e Brasil a partir do chá e do café. Até junho.

Centro Cultural da PGE-RJ. Rua Primeiro de Março s/nº, Praça Quinze. Ter a sáb, das 10h às 18h. Grátis. A coletiva “Só um minuto?” reúne obras de nomes como Lenora de Barros, Anna Maria Maiolino e Manuela Navas que refletem sobre a percepção da passagem do tempo a partir da natureza, da memória e da filosofia. Até 31 de outubro.

Centro Cultural do Ministério da Saúde. Praça Marechal Âncora s/nº, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis.

Recentemente reinaugurado, o espaço apresenta a mostra “Vida reinventada: a pandemia de Covid-19 e a transformação do futuro”, com fotos, vídeos, documentos e depoimentos. Até abril. Centro Cultural João Nogueira (Imperator). Rua Dias da Cruz 170, Méier. Diariamente, das 13h às 22h. Grátis.

Em “Carmen, Embaixatriz do Samba”, está uma reprodução inédita em 3D da máscara mortuária da Pequena Notável, além de itens como fotografias, recriações de figurinos icônicos, discos e partituras. Longa duração. Centro Cultural Light. Av. Marechal Floriano 168, Centro. Seg a sex (exceto feriados), das 10h às 18h. Grátis.

A mostra “Reflexos” propõe uma reflexão sobre sustentabilidade e consumo consciente a partir de instalações e esculturas de luz feitas por Lula Duffrayer e Flávio Carvalho com resíduos plásticos reaproveitados pelo projeto Pirilampos do Planeta. Centro Cultural Memorial Getúlio Vargas. Praça Luís de Camões, Glória. Qua a dom, das 10h às 15h. Grátis.

Na coletiva “Corpo: onde a memória e os processos se inscrevem”, 68 artistas usam diferentes plataformas para tratar do corpo como espaço simbólico em que residem histórias, afetos, ancestralidades e identidades. Até 1º de novembro.

Centro Municipal de Artes Hélio Oiticica. Rua Luís de Camões 68, Praça Tiradentes. Seg a sáb das 10h às 18h. Grátis.

A 1ª Mostra de Fotografia da Parada 7 exibe obras de 19 artistas que registraram a edição de 2026 da Parada 7 – Independência é um Ato de Cultura, realizada em 7 de setembro pelas ruas do Centro do Rio. Até 14 de novembro.

Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo. Rua Monte Alegre 306, Santa Teresa. Ter a dom, das 10h às 18h. Grátis.

Abre sábado “À carne da flor”, em que Katia Wille investiga a relação entre a natureza-morta, o corpo feminino e a memória em pinturas, objetos e cadernos de pesquisa. Até 3 de janeiro. Obra de Katia Wille em cartaz no Centro Cultural Municipal Laurinda Santos Lobo Divulgação Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular. Sala do Artista Popular. Rua do Catete 179. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb, dom e feriados, das 13h às 17h. Grátis.

A mostra “Arte têxtil de Turmalina e Veredinha – Jequitinhonha, MG” reúne peças para decoração e vestuário produzidos na região. Rua do Catete 179. Ter a sex, das 10h às 18h. Sáb e dom, das 13h às 17h. Até 29 de novembro.

Em “Zona de sacrifício: do ouro ao pó”, a fotógrafa mineira Isis Medeiros retrata o cotidiano do Vale do Jequitinhonha (MG), onde a exploração do lítio afeta o ecossistema e as comunidades locais. Até 2 de novembro.

Seguem em cartaz as obras vencedoras do Prêmio Mário de Andrade de Fotografias Etnográficas, que celebra registros da cultura popular brasileira. Longa duração.

Fotografia de Isis Medeiros na exposição "Zona de Sacrifício: do ouro ao pó” no CNFCP Divulgação/Isis Medeiros Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab). Praça Tiradentes 69/71, Centro. Ter a sáb, das 10h às 17h. Grátis.

A mostra “Boi-Bumbá de Parintins: do brincar ao futuro”, que celebra os artesãos responsáveis pelos visuais da festa folclórica em que disputam os bois Caprichoso e Garantido. Dentre os itens, estão 300 bonecos do Mini Boi, alegorias de mesa, personagens icônicos da festa, esculturas em tamanho real dos Encantados da Floresta e maquetes do processo de criação das alegorias. Até abril.

Cidade das Artes. Av. das Américas 5.300, Barra. Qua a dom, das 12h às 20h. Grátis.

ArteCore 26. Após o evento no MAM, sete painéis chegam ao espaço, com obras sobre memória, criação, território e presença. Até domingo (25).

Espaço Cultural Arte Sesc. Rua Marquês de Abrantes 99, Flamengo. Seg a sábado, das 12h às 19h. Grátis. Em “Ygarapé — Caminhos das águas”, estão mais de 20 obras — entre pinturas, instalação sonora e fotos — inspiradas nos igarapés, que atravessam as florestas e conectam ecossistemas e comunidades. Até 30 de novembro. Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. Rua Humaitá 163. Qua a sex, das 14h às 22h. Sáb e dom, das 15h às 22h. Grátis.

Em “A cor do samba”, Bernardo Magina reúne pinturas, intervenções em pandeiros e outros trabalhos do artista sobre as dimensões política, histórica e afetiva do ritmo. Até sábado (24). Firjan Sesi Centro. Rua Graça Aranha 1, Centro. Seg a sex, das 10h às 18h, exceto feriados. Sáb e dom, das 15h às 17h. Grátis.

Celebrando 70 anos de vida e 50 de carreira como saxofonista e compositor, Leo Gandelman apresenta, em “50 x 70 – O olhar além da música”, imagens que produziu enquanto atuou como fotógrafo profissional. Até 30 de novembro.

Instituto Antônio Carlos Jobim. Rua Jardim Botânico 1.008. Qui a ter, das 9h às 17h. Grátis. 'Tom Jobim: discos solo'. A mostra permanente do espaço, dentro do Jardim Botânico, faz uma imersão nos 12 álbuns do compositor carioca. Por meio de documentos, fotos, gravações, partituras e objetos pessoais, o curador Aluísio Didier conta curiosidades e fatos raros da carreira do maestro, um dos criadores da bossa nova. Instituto Cervantes. Rua Visconde de Ouro Preto 62, Botafogo. Seg a sáb, das 10h às 19h. Grátis. Em “Inventário. Os objetos olham para nós”, a fotógrafa espanhola Beatriz Ruibal registra objetos que remetem ao contexto da Guerra Civil da Espanha. Até quarta (28).

Memorial às Vítimas do Holocausto. Al. Embaixador Sanchez Gavito 333, Mirante do Pasmado. Qui a dom, das 10h às 18h (última entrada às 17h). Grátis.

O espaço conta com um monumento a céu aberto de cerca de 20 metros de altura dividido em blocos que representam os Dez Mandamentos, e uma exposição permanente com conteúdos interativos sobre memórias e relatos de vítimas e sobreviventes.

Museu Carmen Miranda. Av. Rui Barbosa (em frente ao número 560). Ter a sex, das 11h às 17h. Sáb, dom e feriados, das 12h às 17h. Grátis.

Celebrando 50 anos, a instituição inaugurou esta semana a exposição “Carmen: Rio remix”, que explora a relação entre a cantora e a Cidade Maravilhosa a partir de acervo histórico, recursos audiovisuais e produções contemporâneas.

Exposição "Carmen: Rio Remix" mistura acervo da artista com produções contemporâneas Ana Beatriz Mello/FUNARJ Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB). Rua Pedro Ernesto 80, Gamboa. Ter a dom, das 10h às 17h. Grátis.

Na Galeria Berê, está a primeira individual de Albarte, “Do encanto das crianças, nasce um novo mundo”, reúne pinturas que mostram a infância como território de invenção e transformação. Museu do Jardim Botânico. Rua Jardim Botânico 1.008 . Qui a ter, das 10h às 17h (última entrada às 16h). Grátis. 'Mulheres na ciência: Graziela Barroso e Marie Curie'. A ocupação homenageia as cientistas a partir de fotografias, documentos, instrumentos utilizados em expedições e mais. Até 2 de novembro.

'BioOCAnomia amazônica'. A mostra promove uma experiência imersiva sobre bioeconomia, biodiversidade, inovação e conservação ambiental. Até 3 de novembro. 'Ser (tão): imersão no cerrado'. Fotocolagens, instalações e esculturas de Flavia Daudt, Ana Paula Freitas Valle, Ricardo Siri e outros artistas exaltam o bioma. Até 3 de novembro.

Exposição de longa duração. O passeio pelos mais de dois séculos de história do arboreto fundado em 1808 traz obras como a "Sumaúma: Copa, Casa, Cosmos", de Estevão Ciavatta, com narração de Regina Casé, que promove uma imersão virtual na árvore amazônica presente na coleção viva do JBRJ, além da instalação "Utopia Botânica", da artista Fernanda Froes. Fotografia de Flavia Daudt na exposição 'Ser(tão): imersão no Cerrado' Divulgação/Flavia Daudt Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói 1.296, Mangueira. Ter a sáb, das 10h às 17h. R$ 20.

'Guardiãs do samba'. Na individual, Aninha Portal retrata 53 mulheres que marcaram a História do gênero, de Tia Ciata a Elza Soares.

'Alvoradas de Cartola'. A mostra que reúne, sob curadoria de Nilcemar Nogueira, neta do artista, mais de cem itens, dentre eles duas poesias inéditas — uma delas interpretada em áudio por Fernanda Montenegro —, depoimentos inéditos de Walter Firmo e outros amigos ilustres, e o manuscrito de “As rosas não falam”.

'Arte delas, heranças ancestrais'. Coletiva com obras de 32 mulheres pretas que participaram de residência artística. Museu Histórico da Cidade. Estrada de Santa Marinha s/nº, Gávea. Ter a dom, das 9h às 16h. Grátis.

Três novas mostras chegam ao espaço: “Jardim atravessado”, com pinturas de Antônio Kuschnir que misturam botânica, cenas cotidianas e figuras mitológicas; “Através das oliveiras”, em que Asmahen Jaloul, aproxima as memórias de sua infância na Baixada Fluminense às memórias da diáspora libanesa a partir de fotos, objetos e mais; e “Vir a existir”, com obras de 40 artistas do ateliê Cedro da Gávea sobre a cidade, seus percursos e afetos.

Ocupação Iboru. Rua Sete de Setembro 43, Centro. Qua a sex, das 12h às 20h. Sáb, das 10h às 17h. Grátis.

A exposição de Marcelo D2 e Luiza Machado mostra os caminhos do "Manual Prático do Novo Samba Tradicional". Com fotografias de Gabriel Mota, Pedro Miceli, Wilmore Oliveira e Yasmin Costa, além de imagens de arquivo pessoal e familiar e das pinturas originais de Filipe Nardi.

Parque Bondinho. Morro da Urca. Diariamente, das 8h às 22h (embarque até 20h30). A partir de R$ 85 (para moradores do Rio).

O espaço recebe a grande escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita”. A obra faz parte do Projeto Maravilha e relaciona pesquisas sobre cartografia e geopolítica, a que a artista se dedica desde os anos 1970, ao debate climático atual. Longa duração. Escultura inédita de Anna Bella Geiger, “Typus terra incognita” Jaime Acioli/Divulgação Petrobras Futuros — Arte e Tecnologia. Rua Dois de Dezembro 63, Flamengo. Qua a dom, das 11h às 20h. Grátis.

Musehum. Localizado dentro do centro cultural, o espaço abriga exposição permanente com primeiros aparelhos telefônicos residenciais, de mesa ou parede, orelhões, entre as dezenas de tipos de telefones de diferentes épocas. No total, são mais de 130 mil itens da história das telecomunicações, entre fotos, listas telefônicas e equipamentos. Pinakotheke. Rua São Clemente 300, Botafogo. Seg a sex, das 10h às 18h. Sáb, das 10h às 16h. Grátis.

A mostra “Revolta em preto e branco” revisita o Salão Preto e Branco, realizado no Palácio Capanema em 1954, a partir de 61 obras de 50 artistas, dentre eles oito que participaram do evento histórico. Em “XXXV – Silviano Santiago por Hélio Oiticica”, obras do artista plástico e do Grupo Frente detalham o processo criativo do livro – que Oiticica deixou inacabado e acaba de ser publicado pela Pinakotheke – sobre o poeta Silviano Santiago. Até 21 de novembro. Obra de Alfredo Volpi na mostra “Revolta em preto e branco”, na Pinakotheke Divulgação/Jaime Acioli Sesc Madureira. Rua Ewbank da Câmara 90. Ter a sex, das 10h às 19h. Sáb, dom e feriados, das 10h às 16h. Grátis.

A mostra "Litografia e serigrafia: arte, técnica e memória" aborda os bastidores dos processos de criação de gravuras para celebrar os 60 anos de atuação do mestre impressor Guilherme Rodrigues, que trabalhou com grandes nomes da arte brasileira. Na seleção, máquinas, pedras litográficas, telas serigráficas, provas de impressão, livros de arte, álbuns e obras de nomes como Di Cavalcanti, Alfredo Volpi, e Roberto Burle Marx. Até domingo (25).

Sesc Ramos. Rua Teixeira de Franco 38. Ter a dom, das 9h às 17h. Grátis.

Em “Cerâmica: argila como matéria-prima”, 35 obras de 13 artistas evidenciam a presença e as transformações da cerâmica na cultura brasileira. Até 8 de novembro.

Sesc Tijuca. Rua Barão de Mesquita 539, Tijuca. Ter a sex, das 10h às 20h. Sáb e dom, das 10h às 17h. Grátis.

Em “Gestos cotidianos”, Renato Bezerra de Mello apresenta 11 projetos, entre instalações e esculturas, em que reflete sobre a memória, o fazer artesanal e o poder da criação. Até 3 de janeiro.

"Correr no azul à busca da beleza" (2016), obra de Renato Bezerra de Mello no Sesc Tijuca Divulgação/Wilton Montenegro Solar. Mercado Central. Rua do Senado 48, Centro. Qua a sáb, das 10h às 18h . Grátis.

O instinto libertário e transgressor de Ney Matogrosso é o fio condutor da exposição “Eu prefiro ser”, que reúne obras de mais de 40 artistas, entre peças históricas e outras comissionadas. O mote central, tendo como gancho os 85 anos que o artista completa em agosto, é tratar do seu impacto na cultura brasileira para além da música. Entre os artistas, estão José Leonilson, Manauara Clandestina, Marcos Chaves e Keith Haring. Prorrogada até 7 de novembro. Filme "Homem Ave", de Rafael Saar, é um dos destaques da exposição coletiva "Eu prefiro ser", no Solar Divulgação Solar Grandjean de Montigny. PUC-Rio. Seg a sex, das 10h às 17h, exceto feriados. Grátis. Abrindo a programação da Art Cut’26 – Trienal de Arte das Universidades Católicas, a mostra “Respiração” propõe uma reflexão sobre a empatia a partir de obras de nomes como Anna Maria Maiolino, Arthur Jafa, João Modé e outros. Até 15 de novembro.

Compartilhar: WhatsApp Facebook Telegram X

Deseja ler a íntegra original na fonte jornalística?

Acessar matéria no site O Globo