Pilates melhora a qualidade de vida e a independência de pessoas idosas A busca por saúde, principalmente com o objetivo de prevenir quedas e garantir mais qualidade de vida, tem sido o foco de pessoas idosas no Acre com a prática do pilates.
Em Rio Branco, a atividade surge como uma aliada para manter o corpo ativo e manter a independência desse grupo. 💭Em alusão ao mês do idoso, a campanha Outubro Prateado tem como objetivo reforçar a valorização da pessoa idosa e à promoção do envelhecimento saudável.
Além disso, busca ampliar também ações para hábitos saudáveis, tanto no aspecto físico quanto mental, e estimular a participação social dos idosos. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp
A saúde das pessoas idosas é a principal pauta do Outubro Prateado. A professora de pilates Conceição Fiesco, destaca que incentivar atividades que promovam o bem-estar, o cuidado e a independência são fundamentais, pois quanto mais idosa for a pessoa, se não mantiver uma vida ativa com exercícios, maior é o risco de acidentes.
“O pior de tudo é o risco de queda, porque o idoso que envelhece sem uma atividade física fica muito fraco e uma queda leva à morte, 90% de morte hoje em dia dos idosos é por causa de queda. Eles caem, quebram o fêmur, acamam e morrem.
Então, o pilates vem como uma prevenção para esse risco de morte e também como melhor qualidade de vida deles”, destacou. Rosária Carvalho é aposentada e buscou tornar a vida mais ativa com exercícios físicos
Reprodução/Rede Amazônica Acre O pilates, segundo Conceição, é um exercício físico e de reabilitação, além de ser uma atividade, entre outras diversas formas de auxílio, para manter uma vida saudável, principalmente para a terceira idade, pois promove uma mudança de rotina e de vida.
“É uma atividade de força e flexibilidade, o que leva muitos benefícios para o idoso. A pessoa perde força e flexibilidade a partir dos 40 anos e isso faz com que o risco de queda aumente, de acidentes na rua.
Os idosos não conseguem mais brincar com os netos, não conseguem fazer as atividades da vida diária. E o pilates traz essa melhora para eles e para as outras pessoas”, detalhou.
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Mudança de vida A Rosária Carvalho é aposentada e buscou tornar a vida mais ativa com exercícios físicos.
Ela decidiu começar a se movimentar depois de ver como o pilates mudou a vida da irmã. “Eu disse: ‘Então quero isso para mim’, porque sou uma pessoa que tem fibromialgia.
Comecei fazendo pilates clínico e depois passei para o pilates solo”, contou. Para a aposentada Maria Valdenir, a atividade chegou como uma forma de sair da cama.
Segundo ela, o início de uma vida mais ativa foi em academias populares, mas logo partiu para o pilates. “A minha meta era me levantar da cama e correr atrás do tempo que perdi.
Com a idade que tenho, não posso viver deitada. Fui primeiro em uma academia dessas de pracinha, nunca tinha ido e não tava fazendo muito bem [...].
Fui para o médico e a doutora me disse que estava tudo certo, que fui para um lugar que não tinha instrução e acabei fazendo algo errado e machuquei o braço. Então, ela me recomendou fazer pilates”, disse.
Pessoas idosas buscam melhorar qualidade de vida e independência através do pilates no Acre Divulgação/Magnific.
O pilates tem feito diferença na vida da Rosária. De acordo com a aposentada, além do corpo, a mente também passou por mudanças positivas para o seu bem-estar.
“Na mente mudou tudo e no corpo também. Eu fiquei uma pessoa mais ágil, sou uma pessoa flexível, não preciso de apoio para me agachar e nem me levantar, por conta do pilates e a musculação que eu faço aqui, não só o pilates, mas também a musculação”, relatou.
Para Maria, a atividade física trouxe melhoras nas dores que sentia no corpo. Segundo ela, o pilates possibilitou um novo capítulo em sua vida.
“Eu já tenho um problema de artrite e artrose e foi por isso também que corri atrás [do pilates] porque não aguentava. Para andar, eu tinha que levantar uma perna e como era que ia andar.
Agora, estou vivendo uma nova história na minha vida, estou começando a viver agora”, afirmou. Para a aposentada Maria Valdenir, a atividade chegou como uma forma de sair da cama
Reprodução/Rede Amazônica Acre Para Rosária, não existe a ideia de que seja tarde para começar a praticar alguma atividade física.
Segundo ela, o importante é dar o primeiro passo. “Se você acha que por ter 60, 70 [anos] não vale mais fazer exercício porque já passou da minha idade, não, negativo.
A idade é hoje, agora, vamos começar e ir à luta. E todos tm que fazer isso, o benefício é grande.
Todos os médicos falam, primeiro remédio é o que? atividade física”, defendeu. Reveja os telejornais do Acre
G1