Ao adotar a inteligência artificial, a empresa pode ganhar eficiência, mas agrava também os riscos a que está exposta. Esse foi um ponto de convergência nas análises de Maria Fernanda Caramuru, diretora jurídica, de compliance e riscos da Itaúsa; João Pedro Nascimento, ex-presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM); e Paula Magalhães, sócia do Demarest Advogados, que participaram ontem (8) da 27ª edição do Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).
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Valor