Homem é condenado após engolir jóias roubadas avaliadas em R$4 milhões

Homem é condenado após engolir jóias roubadas avaliadas em R$4 milhões - Foto
Fonte da notícia: Extra Extra

Um homem foi condenado por roubo e furto qualificado após assaltar uma joalheria daa marca Tiffany & Co em um shopping de Orlando (Flórida, EUA) em fevereiro de 2025. Nada demais, né? Só que não: Jaythan Gilder tentou se safar engolindo as jóias roubadas, avaliadas em mais de R$4 milhões.

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Caiu: 'Misteriosa Rocha Suspensa', de 80 toneladas, desaba em parque nos EUA; vídeo “Este caso envolveu não apenas uma perda financeira significativa, mas também a segurança dos funcionários que foram confrontados com violência enquanto simplesmente desempenhavam suas funções”, disse a promotora Monique Worrell.

Jaythan, que tinha 32 anos na época do assalto, fingiu ser representante de um jogador de uma equipe de basquete. Com a “moral”, conseguiu ter acesso direto às jóias: foi aí que ele roubou dois pares de brincos, um de 4,86 ​​quilates avaliado em US$ 160.000 (R$868 mil) e outro de 8,10 quilates avaliado em US$ 609.500 (mais de R$3 milhões).

Ao escapar da loja, ele entrou em uma altercação física com um dos funcionários do estabelecimento. Imagem mostraria Jaythan engolindo brincos

Florida Highway Patrol Preso, Jaythan “tentou” pensar rápido em como se safar.

A resposta que ele encontrou? Engolir os brincos. Em imagens divulgadas pela Patrulha Rodoviária da Flórida, é possível ver policiais tentando impedir que o homem engolisse as peças.

Brincos aparecem em tomografia feita de corpo de Jaythan Orlando Police Deartment

Foi só na cadeia, segundo a rede WFLA, que Jaythan perguntou às autoridades se seria condenado “por causa do que tem no estômago”. Ele acabou passando por uma tomografia computadorizada, em que a presença de brincos foi comprovada.

Ele chegou a ficar duas semanas no hospital até que as peças fossem… “expelidas” de seu corpo. “Este veredicto envia uma mensagem clara de que a violência e o roubo não serão tolerados em nossa comunidade.

Parabenizo os promotores que apresentaram este caso, juntamente com o Departamento de Polícia de Orlando e todos os parceiros da lei cujo trabalho ajudou a levar este réu à justiça”, afirma a promotora.

Publicação Original Extra extra.globo.com
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