Agapito Troina, chairman (no centro, de jaqueta cáqui), e a equipe da Visagio durante a premiação GPTW 2026 Keko Pascuzzi/RN Imagem
No Grupo Visagio os planos de carreira são diferentes. Ali, todos os talentos têm autonomia para empreender e fundar novos negócios dentro do próprio ecossistema, diz o chairman da companhia, Agapito Troina.
“Construímos uma estrutura onde as pessoas têm espaço para empreender, onde os resultados são compartilhados de forma justa”, afirma. “Existe uma rede real de acolhimento em momentos de vulnerabilidade.
Assim, o trabalho passa a ser a realização de um propósito”. A empresa foi fundada em 2003 por cinco jovens vindos do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
“O perfil empreendedor faz parte do nosso DNA. Ao longo desses 23 anos, evoluímos de uma consultoria de gestão para um ecossistema completo de transformação e desenvolvimento de negócios”, diz Troina.
Hoje são mil colaboradores - chamados internamente de visagianos - em cinco escritórios nacionais e mais de 500 projetos anualmente em mais de 50 países. A empresa aposta num processo de desenvolvimento acelerado e contínuo.
“Procuramos atrair pessoas com potencial maior do que o nosso. Para isso, apresentamos desafios reais desde o primeiro dia, mas tudo dentro de um ambiente seguro onde seja permitido errar e aprender”, diz o chairman.
Troina explica que o desenvolvimento contínuo é impulsionado pela UniVisagio, a universidade corporativa da empresa, além da busca por novos conhecimentos em universidades renomadas. Segundo o empresário, o grupo atua sob um modelo de gestão ambidestro, que pode ser definido como o equilíbrio entre o olhar para inovação, com foco no futuro, e a eficiência das operações no presente.
“Com esse modelo garantimos a eficiência do nosso core business enquanto estimulamos inovações, refundando a Visagio todos os dias. Tudo isso é sustentado por uma cultura de confiança e autonomia das pessoas, além de uma governança horizontal, sem barreiras hierárquicas”, diz.
O empresário destaca a sensação positiva de levar conhecimento para fora do Brasil. “Nos enche de orgulho sermos uma empresa brasileira que exporta inteligência e tecnologia para o mundo, provando todos os dias que o Grupo Visagio é, acima de tudo, um ecossistema extraordinário de gente transformando gente”, define.
“Costumamos dizer internamente que não sabemos como serão os nossos próximos 20 anos, mas sabemos exatamente com quem queremos construí-los. Nossa cultura e nosso modelo de gente nos trouxeram até aqui, e são os próprios visagianos que continuarão sendo o nosso grande guia para o futuro.”
Procuramos atrair pessoas com potencial maior do que o nosso” Para ele, alcançar a alta performance é fundamental, mas sem descuidar da saúde e do bem-estar das pessoas.
“Temos muitas ações internas com foco em hábitos saudáveis, promovidas pela nossa frente de diversidade, que ajudam a criar um ambiente onde todos os visagianos possam desempenhar seu potencial máximo. Sem dúvida, o verdadeiro diferencial é nossa cultura de preocupação genuína uns com os outros”, afirma.
O empresário revela que a direção da companhia tem como uma de suas metas devolver para a sociedade as oportunidades recebidas. “Queremos deixar um impacto positivo no mundo.
Somos muito gratos pelas universidades que nos formaram e por isso temos diversas iniciativas para retribuir o conhecimento e ajudar na formação de jovens futuros líderes do Brasil”, afirma. Troina destaca as ações promovidas pelo Instituto VIS, uma iniciativa do Grupo Visagio que nasceu com a missão de transformar vidas por meio do impacto social, que já beneficiou mais de 16 mil vidas.
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