Galapagos lança quatro ETFs que mesclam renda fixa com ações

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Fonte da notícia: Globo Globo

A Galapagos Capital lançou uma família de quatro ETFs, fundos negociados em bolsa que acompanham um indicador de mercado, que misturam renda fixa com mais mercados, como ações brasileiras e estrangeiras. A ideia é facilitar a diversificação dos brasileiros que concentram os investimentos em renda fixa, mas desejam aplicar uma fatia em ativos de maior risco.

Os produtos da “Família Fácil” são 80% compostos pelo ETF nomeado de POSB11, gerido pela Galapagos, que investe em títulos públicos que acompanham a inflação e a Selic. Os demais 20% da carteira são compostos por fundos negociados em bolsa que compram mais mercados, geridos pela Galapagos ou por casas diferentes, com as menores taxas o setor.

Quatro produtos dessa família chegam à bolsa: FBOV11, que acompanha o Ibovespa e investe no ETF BOVA11, da BlackRock; FDIV11, atrelado a ações brasileiras com histórico de pagamento de dividendos, que compra o DIVO11, do Itaú; FSPY11, indexado ao índice S&P 500, um dos principais indicadores de ações americanas, que compra o VUAA, da Vanguard; e FMUN11, que replica o desempenho de ações globais e investe no VALU, da Vanguard.

Os novos fundos comprados em bolsa chegam em um momento em que esses produtos estão se popularizando, por serem transparentes, simples e baratos. No Brasil, o patrimônio dos ETFs aumentou de R$ 84,6 bilhões em dezembro de 2025 para R$ 136,7 bilhões em setembro, uma alta de 62%, apontam os dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Os fundos são parecidos com o produto GOAT11, do Itaú, que mescla títulos que acompanham inflação e ações americanas. Além desses, existem outros ETFs híbridos negociados na bolsa brasileira, embora raros, com estratégias mais complexas.

Como nos demais ETFs de renda fixa, o Imposto de Renda de 15% sobre os ganhos no momento da venda é retido na fonte automaticamente. Assim, o investidor não precisa calcular o ganho líquido e pagar o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF), como nos ETFs de renda variável.

Contudo, deve informar o investimento na declaração anual. As taxas de administração custam entre 0,19% e 0,32% ao ano, incluindo as taxas dos fundos que os novos produtos investem.

Confira a íntegra da reportagem no site www.valorinveste.com

Publicação Original Globo valor.globo.com
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