Para saber ao certo como é uma experiência com psicodélicos, explica o filósofo Mark Collins, é preciso ter viajado até o lado de lá. É o tal “estado oceânico”, descrito como uma unidade com tudo o que nos cerca: “Em estados altíssimos de DMT (substância da ayahuasca), o ego, a programação, se desmancha. Quando ela solta, você volta para o todo. Você sabe que está no todo, que é o todo. E o todo é você. Mas você tem percepção de si. Quando você retorna, vê o pessoal desesperado para definir, mas não tem definição. É o inefável”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Filme brasileiro retrata redescoberta de psicodélicos como ayahuasca, LSD e cogumelos pela ciência
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