FGC sofre invasão que expõe nomes, CPFs e outros dados pessoais de clientes

FGC sofre invasão que expõe nomes, CPFs e outros dados pessoais de clientes - Foto
Fonte da notícia: G1 G1

Fundo Garantidor de Créditos (FGC) Reprodução/LinkedIn

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) informou nesta quinta-feira (5) que identificou um acesso não autorizado a dados pessoais de clientes, como nome, CPF, e-mail e data de nascimento. (Veja quais informações foram expostas).

A entidade não revelou quantas pessoas foram afetadas, mas afirmou que todas foram notificadas. (Veja ao final na imagem ao final da reportagem).

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"Também não foi identificada nenhuma perda financeira decorrente do evento", disse o FGC em nota. "A investigação prossegue, com apoio de empresas especializadas, para esclarecer a extensão do acesso e verificar se houve cópia, divulgação ou utilização indevida das informações".

🔎 O FGC é uma associação privada, sem fins lucrativos, que funciona como um seguro para proteger o dinheiro de depositantes e investidores quando um banco enfrenta dificuldades, como no caso do Banco Master. Segundo a entidade, a suspeita de invasão foi identificada em 26 de outubro.

Desde então, o FGC restringiu o acesso aos ambientes envolvidos, bloqueou contas indevidas e preservou evidências para a investigação. Também iniciou uma revisão das permissões de acesso e dos controles de segurança.

Agora no g1 O FGC afirmou que, até o momento, não há evidências de que os dados tenham sido divulgados ou utilizados de forma indevida.

A entidade também informou que comunicou o caso à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Segundo FGC, os dados e informações afetados foram:

nome; CPF;

e-mail; e data de nascimento;

informações sobre os tributos retidos no pagamento; sobre o canal de distribuição pelo qual o investimento garantido foi realizado na instituição liquidada.

O FGC orienta os clientes afetados a redobrar a atenção a ligações, mensagens e e-mails de pessoas que se apresentem como representantes da entidade. Segundo o fundo, os dados acessados podem ser usados para tornar tentativas de golpe mais convincentes.

"Após a identificação do incidente, restringimos os acessos aos ambientes envolvidos, desabilitamos contas indevidas, reforçamos o monitoramento e preservamos evidências para a investigação. A revisão de permissões e a validação dos controles de segurança permanecem em andamento", afirma a nota da entidade.

Comunicado enviado aos clientes do FGC. Reprodução

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Publicação Original G1 g1.globo.com
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