Depois de uma eleição presidencial em segundo turno, num domingo, ninguém deveria trabalhar na segunda-feira. Salvo as exceções de sempre: farmácias, supermercados, etc.
Ninguém deveria ir à escola. Sobretudo depois de um domingo como esse.
Muita tensão, muito estresse. Falta de ônibus, chuva.
Um comando do TSE confuso, frágil, no mínimo. Muito bate-boca.
Muito desentendimento entre TSE e STF. Berros para lá e para cá.
Foi uma guerra. E toda guerra merece uma trégua.
Um dia de reflexão. Um dia sem mentiras, sem falsas promessas, sem ameaças.
O pior já passou. Pode o perdedor reclamar, espernear, pedir isso e aquilo.
Não adianta chorar. A diferença foi muito grande.
Mais de 4 milhões e 400 mil votos. Não foram os da prorrogação.
Deixar de reconhecer o vitorioso é praxe na família Bolsonaro. Flávio tem todos os motivos para ficar mais preocupado.
Não tem mandato e tem muitas contas a acertar com a Justiça. O grande perdedor foi Daniel Vorcaro.
Flávio era a sua grande chance de voltar para casa. Recuperar os bilhões que guarda no exterior.
Sair por cima. Não deu.
Vai continuar preso. Bolsonaro pai também vai continuar preso.
Mas o importante, hoje, é descansar.
Brasil 247