Operação em Goiás mira facção com líder foragido no RioReprodução/Polícia Civil de Goiás Uma nova fase da Operação Destroyer, realizada pela Polícia Civil de Goiás, busca cumprir 36 mandados de prisão contra integrantes de uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico de drogas.
Deflagrada nesta quarta-feira (28), a ação foi denominada Operação Excidium e tem como alvo um grupo com um líder foragido no Rio de Janeiro.A operação é um desdobramento da Delivery do Crime, deflagrada em fevereiro deste ano, que investigou a venda de entorpecentes por meio das redes sociais.
Durante a análise dos celulares apreendidos, os investigadores identificaram um grupo no WhatsApp usado pelos suspeitos para monitorar possíveis ações policiais e compartilhar informações com o objetivo de evitar prisões, segundo a delegada Silvana Nunes.Prints de conversas no WhatsApp mostram suspeitos monitorando ações policiais em Trindade, em GoiásReprodução/Polícia Civil de Goiás As investigações apontam que o líder do grupo, identificado como Breno Yacelles Xavier da Silva, está foragido no Rio de Janeiro.
Segundo a Polícia Civil, ele seria responsável por enviar orientações no grupo e alertar os demais integrantes sobre possíveis operações policiais, com o objetivo de dificultar a atuação dos investigadores.“Ó, tem a polícia que é especializada tá aqui, o helicóptero passou por aqui, esconde a droga, esconde a arma”, relatou o delegado Thiago Escandolhero ao descrever as mensagens atribuídas ao suspeito.Breno Yacelles Xavier da Silva é apontado pela Polícia Civil como líder da organização criminosa e está foragido no Rio de JaneiroReprodução/Polícia Civil de Goiás De acordo com a investigação, o grupo também ofereceria premiações aos integrantes que conseguissem vender as maiores quantidades de drogas.Operação DestroyerA Operação Destroyer é apontada pela Polícia Civil como a maior operação já realizada contra facções criminosas em Goiás.
Ao todo, foram mais de 400 presos, mil ordens judiciais cumpridas e quase R$ 500 milhões em bens e valores bloqueados.Segundo o delegado-geral André Ganga, as ações buscam asfixiar financeiramente as organizações criminosas e reduzir sua atuação no estado.O delegado-geral também informou que novas ofensivas estão sendo preparadas para capturar lideranças de facções que estariam escondidas no Rio de Janeiro.
ultimos segundos IG