Learjet 60 que matou nove pessoas em Palm Beach saiu da Bombardier, canadense que faturou US$ 9,55 bilhões em 2025 e fabricou os três jatos do dono da Havan Resumo e áudio gerados por inteligência artificial a partir do texto desta matéria.
Um jato executivo Learjet 60 caiu no domingo (1º) na Flórida e matou as nove pessoas a bordo. A aeronave, fabricada pela canadense Bombardier, é a mesma marca dos três jatos do empresário Luciano Hang, dono da Havan.
O voo decolou de Austin, no Texas, com destino às Bahamas. Segundo gravações do controle de tráfego aéreo divulgadas pela imprensa dos Estados Unidos, a piloto relatou gelo e turbulência antes de informar que o avião estava em excesso de velocidade e descia a 20 mil pés por minuto.
A causa está sob investigação das autoridades norte-americanas. O modelo pertence à linha Learjet, criada por Bill Lear em 1962 e comprada pela Bombardier em 1990.
Foram mais de 3 mil unidades entregues até o fim da produção, em 2021, quando a fabricante decidiu concentrar esforços nas famílias Challenger e Global, de maior margem. A frota em operação segue com suporte da empresa.
O avião que caiu era de 2004, e unidades usadas do Learjet 60 são avaliadas entre US$ 1,6 milhão e US$ 7,7 milhões, conforme o ano de fabricação. A frota de Luciano Hang, baseada no Aeroporto de Navegantes, reúne um Learjet 45, um Challenger 350 e um Global 6000, adquirido por cerca de US$ 62 milhões, o equivalente a R$ 250 milhões na época.
O Global 6000 tem 30 metros de comprimento e espaço para 16 passageiros. A Bombardier é a segunda maior fabricante de jatos executivos do mundo em valor, atrás da americana Gulfstream.
Em 2025, faturou US$ 9,55 bilhões, alta de 10%, entregou 157 aeronaves e encerrou o ano com carteira de pedidos de US$ 17,5 bilhões. Para 2026, a projeção é de receita acima de US$ 10 bilhões.
O topo da linha é o Global 8000, certificado em 2025 e apresentado pela empresa como o jato civil mais rápido desde o Concorde, com velocidade de até Mach 0,95.
ND Mais