Por inscrito, o Lula recebeu seis vezes mais reações por dia. A circulação, contudo, foi igual.
No do petista, foram 0,32 encaminhamentos por inscrito por dia; no de Flávio, 0,35. O candidato do PL também teve a mensagem mais encaminhada da janela, com 842 mil encaminhamentos estimados contra 676 mil de Lula.
Só oito mensagens do senador passaram de 100 mil encaminhamentos, contra 65 no do presidente. Segundo a análise, o Exército do Lula funcionou como uma central de comando.
Foram 41% das mensagens em instrução ou reforço de uma ordem, enquanto apenas 15% traziam o link ou o arquivo em si. O canal publicou 119 pedidos para subir hashtag, com 97 hashtags diferentes, contra 27 pedidos e 7 hashtags no de Flávio.
Entre as pautas dominantes estão a derrubada do canal pelo TSE, as lives de 22 e 24 de outubro, o verde e amarelo de 17 de outubro e o debate da Band. Já a Tropa do Flávio funcionou como distribuidor de vídeo e de ataque.
Foram 68% das mensagens em vídeo, imagem ou link, e a ordem costumava vir na legenda do próprio conteúdo. O adversário era alvo de 43% das mensagens, e a indignação era o tom de 31%.
Os pedidos foram sobretudo compartilhar, postar o conteúdo, ir ao ato e votar. Entre as pautas dominantes estão o vídeo silenciado de Nikolas Ferreira e o Nordeste, a entrevista de Roberta Luchsinger, os cortes do debate, os Bloquinhos do dia 22 e a campanha “Tá tudo caro”.
Depois do segundo turno, o volume diário das mensagens recuou para um quarto no Exército de Lula. Entre 27 de outubro a 4 de novembro, foram publicadas 255 mensagens no canal, com 20,6 milhões de reações.
Já os encaminhamentos caíram 55% por mensagem.
O Globo