Enquanto a surpresa eleitoral provocou uma redução de risco violenta por parte dos participantes locais do mercado de juros, a percepção majoritária dos agentes é a de que, por ora, o investidor estrangeiro pouco reduziu sua exposição e se mantém posicionado para uma queda das taxas no Brasil.
Se, por um lado, o comportamento ajuda a evitar uma sangria ainda maior dos ativos locais, por outro vem crescendo a leitura de maior fragilidade técnica do mercado, já que, caso os “gringos” desejem encerrar suas posições, o investidor doméstico teria capacidade bastante limitada de absorver o risco.
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Globo