Esquerda recua e evita defesa de Maduro após críticas nas redes e embaraços em eleições recentes
Explorada pela oposição nos últimos dias, na esteira do ataque dos Estados Unidos, a relação entre a esquerda brasileira e o venezuelano Nicolás Maduro é marcada pelo alinhamento até 2023 — o que rendeu acusações de adversários em eleições, incluindo a última presidencial —, mas vivenciou um distanciamento de lá para cá. No terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), dois episódios ilustram a inflexão: depois de receber o líder no Palácio do Planalto, o presidente não reconheceu o resultado da última disputa venezuelana, realizada em julho de 2024 sob acusações de fraude. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
