As empresas brasileiras tiveram neste primeiro quarto de século momentos em que pareciam máquinas de crescimento acelerado. No entanto, o que se viu em anos mais recentes foi uma tendência em que elas tiraram o pé do acelerador e se transformaram em exímias cortadoras de custos, preocupadas mais com a sobrevivência do que com a excelência. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Empresas vão da euforia à exaustão
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