Empresário morto por engano em barbearia no Paraná chegou 10 segundos após saída do verdadeiro alvo

Empresário morto por engano em barbearia no Paraná chegou 10 segundos após saída do verdadeiro alvo - Foto
Fonte da notícia: CBN CBN

A Polícia Civil concluiu que o empresário Hugo Gabriel Moll, de 38 anos, foi morto por engano durante um ataque a uma barbearia em Ponta Grossa. Segundo a investigação, o verdadeiro alvo dos criminosos era um homem ligado ao tráfico de drogas que havia deixado o estabelecimento apenas 10 segundos antes da chegada de Hugo. Conselho do FGTS aprova distribuição de R$ 13 bi entre trabalhadores ‘50 Debates Para o Brasil’: taxar grandes fortunas promove justiça ou afasta investimentos? O crime aconteceu no dia 19 de junho deste ano e imagens de câmeras de segurança mostram que o atirador invadiu a barbearia já efetuando disparos. Hugo, que cortava a barba no momento do ataque, foi atingido na cabeça e morreu no local. O barbeiro João Victor Pereira também foi baleado no tórax, permaneceu internado por mais de 20 dias e atualmente se recupera em casa. De acordo com o delegado Luis Gustavo Timossi, as imagens obtidas pela investigação permitiram concluir que o empresário foi confundido com o alvo da execução. A investigação também aponta que o barbeiro pode ter sido baleado em uma tentativa de eliminar testemunhas. Na manhã desta terça-feira (28), a Polícia Civil cumpriu cinco mandados de prisão temporária e cinco mandados de busca e apreensão. Entre os presos está um homem apontado como organizador da ação; outro suspeito de fornecer apoio logístico e a arma utilizada no crime; e um terceiro homem que foi identificado como responsável por monitorar o alvo e dirigir o veículo de fuga.

Outros dois suspeitos também foram presos, mas a participação deles ainda não foi detalhada pela Polícia para não atrapalhar a investigação. Hugo Gabriel Moll era empresário do ramo da construção civil e deixou a esposa, com quem havia se casado há menos de dois meses, além de um filho de 12 anos. Todos os presos durante a operação, já possuíam antecedentes criminais.

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