Empresa milionária quebra mesmo com interventor nomeado

Empresa milionária quebra mesmo com interventor nomeado - Foto
Fonte da notícia: ultimos segundos IG ultimos segundos IG

Empresa decreta falência mesmo com interventor nomeado pela JustiçaTJMG / Divulgação Dívidas milionárias no lugar de dinheiro em caixa, fornecedores sem receber, estoques zerados e demissões em massa. Esse é o cenário descrito por credores, fornecedores e ex-sócios após empresas passarem pelo comando de administradores judiciais nomeados pela Justiça para conduzir processos de recuperação judicial e falência.Em Matozinhos, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um conglomerado formado por cinco empresas ligadas ao setor siderúrgico teria enfrentado uma profunda deterioração financeira durante sucessivas administrações judiciais.

Partes envolvidas nos processos questionam como empresas que ainda possuíam patrimônio e atividade econômica chegaram a uma situação de grave endividamento.As críticas atingem escritórios de advocacia e peritos que atuam em grandes recuperações judiciais e falências em Minas Gerais.

Credores ouvidos pela reportagem questionam a falta de transparência, a duração dos processos e os valores pagos aos profissionais responsáveis pela administração judicial.Outro ponto levantado por especialistas diz respeito à substituição ou renúncia de administradores. Segundo os relatos, questionamentos sobre a atuação de um administrador podem acabar considerados prejudicados ou perder o objeto depois que ela deixa o processo, dificultando, na avaliação dos reclamantes, a apuração das condutas apontadas.Entre as principais suspeitas levantadas está a de que a demora em determinados processos poderia favorecer a manutenção, por períodos prolongados, dos honorários pagos aos administradores judiciais.

Trata-se, porém, de uma suspeita apresentada pelas fontes ouvidas, e não de uma conclusão definitiva sobre a atuação dos profissionais.Documentos dos processos, decisões judiciais, prestações de contas e manifestações dos administradores citados são fundamentais para verificar se houve irregularidades e confrontar as acusações apresentadas por credores e demais envolvidos.Empresa entra em falência mesmo com interventor nomeado pela JustiçaImagem gerada por IA Disputa societária termina em intervenção judicialEm agosto de 2023, uma disputa entre o sócio-fundador - também proprietário da Ligas Gerais Indústria e Comércio Ltda - e as sócias que figuram como representantes legais de cinco empresas do ramo da siderurgia às quais ele fundou (Zuppi/CG Metais, Oxifer, Ligas Sul, Finance e Infra), em Matozinhos, acabou na Justiça, entre acusações de desvios, tentativas de usurpação de patrimônio e outros.Um ano depois, ao analisar um pedido de tutela de urgência do sócio-fundador, a juíza do caso remeteu os autos ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que decidiu por afastar as sócias do comando das empresas e pela nomeação de um interventor."O MP, ao intervir no presente feito, manifestou pelo deferimento do pedido de tutela de urgência pleiteado pelos requeridos para determinar o bloqueio/indisponibilidade dos bens das empresas autoras", determinou a promotoria.

"A fim de evitar que elas se utilizem de outros meios para dilapidarem o patrimônio alienando maquinários e equipamentos das citadas empresas. Requereu que seja nomeado administrador-judicial para gerir as citadas empresas até decisão final nestes autos", justificaram os promotores.Empresas entram em colapso durante intervençãoPorém, algumas das partes envolvidas consideram que as companhias colapsaram sob a custódia da intervenção judicial.

A administração judicial nomeada em agosto de 2024 foi a Paoli Balbino & Barros (Paoli Balbino e Barros Administração Judicial Ltda.), representada pelo advogado Otávio de Paoli Balbino, o mesmo que atuou - por vezes com outros - na Construtora Marinalva, 123 Milhas, All Saúde e até na recuperação judicial da Mineradora Samarco.A remuneração mensal era de R$ 46,5 mil.

De outubro a janeiro do ano seguinte, as compras com fornecedores estratégicos foram interrompidas por falta de pagamentos. Sem insumos para abastecer os fornos, a produção caiu e 17 empregados foram demitidos, os demais em seguida recebendo licença remunerada.Em 10 de dezembro de 2024, durante o período da intervenção judicial, obrigações fiscais e tributárias devidas pela empresa Ligas Gerais Indústria e Comércio Ltda (empresa do sócio-fundador) foram liquidadas utilizando recursos financeiros da CG Metais e Refratários Ltda (uma das cinco sob intervenção).

É o que mostram guias e comprovantes de tributos (DAE/DARF) anexados ao processo, bem como os correspondentes débitos na conta corrente bancária da empresa sob tutela judicial. A Justiça acolheu a justificativa da administradora de que se tratou de erro material do contador e homologou a prestação de contas com parecer favorável do MPMG.A empresa Ligas Gerais Indústria e Comércio Ltda foi procurada pela reportagem, nos dias 17, 18 e 24 de setembro, por meio de e-mail e recado telefônico a atendentes, mas não obteve retorno até essa publicação.Relatórios apontavam R$ 9,1 milhões em ativosOs primeiros relatórios à época da administração (outubro de 2024) discriminam e consolidam os ativos das empresas em R$ 9.116.797,45, atestando parque fabril em operação, funcionários trabalhando, carteira de recebíveis e faturamento ativo.Em abril de 2025, o administrador renunciou ao encargo.

Entre as razões, destacaram a ausência de colaboração pelas partes e do contador; supostas práticas irregulares atribuídas à gestão anterior; e o agravamento da crise econômico-financeira das empresas. Relatos indicam que as empresas já se encontravam em colapso antes da administração judicial (sem liquidez imediata e dívida superior a R$ 1 milhão).

O juiz homologou as contas do administrador.Mais uma controvérsia se deu quando o juízo de primeira instância nomeou então o réu (sócio-fundador) como responsável/cogestor das empresas sob intervenção, o que posteriormente foi derrubado. Desde a renúncia do escritório de Balbino, as fábricas permaneceram de portões trancados, sem produção e sem recolhimento regular de encargos sociais ou pagamentos salariais, enquanto os operários continuavam vinculados formalmente às sociedades.Defesa denuncia sumiço de mais de R$ 8 milhões em estoquesSomente em junho de 2025, foi nomeada a advogada Erika Santiago como administradora sucessora.

Em abril de 2026, a defesa das sócias declarou em petição ter constatado o sumiço físico de mais de R$ 8 milhões em estoques de matéria-prima e produtos acabados. Não houve ainda, contudo, auto de constatação judicial, laudo pericial oficial conclusivo nem julgamento de mérito confirmando desvio ou apropriação.Relação extra-processual provoca novos questionamentosOutra informação caiu como uma bomba.

Em audiência realizada em 16/07/2026 perante a 2ª Vara do Trabalho de Pedro Leopoldo, o advogado dos trabalhadores noticiou que a administradora judicial Érika Santiago compareceu ao seu escritório acompanhada do advogado que é procurador regularmente constituído pelo sócio-fundador e pela ré Ligas Gerais.

A ata e a captura eletrônica certificada com assinatura digital ICP-Brasil foram juntadas para indicar relação extra-processual entre os dois.Três dias após o protocolo da petição que arguiu a suspeição e noticiou as tratativas informais, o juízo determinou a substituição de Erika Santiago.

"A medida não possui caráter sancionatório e não implica, por si só, reconhecimento de falta funcional ou irregularidade na atuação da Dra. Erika Santiago.

Trata-se de providência processual destinada a preservar a confiança”, destacou o juízo.A indicação do novo auxiliar ainda não havia sido concluída até o fechamento desta edição. Até que o novo profissional seja formalmente indicado e assuma, a advogada Érika Santiago será mantida no exercício provisório.Administradores e peritos se revezamO contador Cleber Batista de Sousa aparece entre casos como Matozinhos e as grandes falências estruturais.

Ele tem sido auxiliar do escritório Paoli Balbino em processos volumosos como o da Construtora Marialva e da Samarco, mas foi indeferido neste processo pelo juízo que preferiu nomear um outro perito.Em inquérito aberto para apurar irregularidades que acabou sendo arquivado, a Polícia Civil investigou o que poderia ser a mecânica de atuação entre escritórios de administradores e peritos para controlar os processos de maior interesse.

Um dos casos avaliados é o do Grupo Probank, onde o administrador judicial Sérgio Mourão tentou um acordo extra-oficial com a parte. Como a parte se recusou, o administrador conseguiu a contratação de Cleber Batista de Sousa como "contador auxiliar", mesmo o juízo já possuindo um perito oficial nomeado.Posteriormente, o administrador pediu a dispensa do perito oficial, assim prevalecendo apenas o laudo de Cleber, profissional com quem já possuía relação em outros casos, como o da All Saúde.“Milagre cronológico” foi investigado pela Polícia CivilNeste mesmo caso, outro indício encontrado pela polícia não foi suficiente para evitar o arquivamento do inquérito.

Chamaram de "milagre cronológico". Cleber entregou um laudo pericial contábil de 153 laudas e 1.500 páginas de anexos no dia 15 de outubro de 2020.

No dia seguinte, o administrador judicial protocolou uma "Exposição Circunstanciada" de 143 páginas fundamentada integralmente no laudo de Cleber.A polícia apontou que seria humanamente impossível analisar, interpretar e redigir tal volume em menos de 24 horas, o que seria indício de acesso do administrador e do perito ao conteúdo ou redação em conjunto, antes mesmo da juntada formal aos autos.

Na falência da All Saúde, os escritórios Paoli Balbino e Osmar Brina indicaram conjuntamente Cleber como o mesmo contador judicial.Cabe também destacar que o CONPEJ é uma associação civil de direito privado, e não uma autarquia pública corporativa de fiscalização obrigatória (como o Conselho Regional de Contabilidade - CRC).

Logo, a exclusão representou censura institucional e perda de filiação associativa por quebra ética de regimento interno, mas sem força de cassação do diploma profissional.Processos longos e suspeitas de práticas recorrentesAs repetições de práticas observadas em Matozinhos, Construtora Marialva e All Saúde podem indicar condutas padronizadas nas gestões judiciais.

A morosidade excessiva na liquidação e a falta de clareza são consideradas suspeitas pelas partes ouvidas pela reportagem.Falência da Construtora Marialva se arrasta por 29 anosO processo falimentar da Construtora Marialva, de Sete Lagoas, tramita há 29 anos, tratando-se de uma das quebras mais longas do país.

A construtora faliu após entregar algumas obras, como um shopping em Blumenau (SC), sem receber os pagamentos devidos. Nos últimos seis anos, a administração judicial passou a ser conduzida pelo escritório Paoli Balbino & Balbino, enquanto o advogado Sérgio Mourão atua na defesa da construtora falida em instâncias superiores.

A tramitação registra o afastamento de dois ex-juízes e dois administradores judiciais, incluindo um magistrado investigado pela Polícia Federal em 2020 por desvios milionários da massa falida.Credores do processo, como o Grupo Almeida Júnior e o Banco Bessa, acusam a administração judicial de prolongar o processo intencionalmente para preservar o recebimento de altas somas mensais em honorários, que já ultrapassariam a cifra de R$ 2,5 milhões.

Os credores denunciaram a falta de transparência, a não atualização do quadro geral de credores e o uso de peritos considerados parciais para fabricar multas e solicitar bloqueios milionários em vez de liquidar a dívida principal.O escritório Paoli Balbino defende-se afirmando que as acusações são uma tática de intimidação do Grupo Almeida Júnior para protelar pagamentos, alegando também que os ativos atuais são insuficientes para pagar a integralidade dos credores.

O escritório Osmar Brina & Sérgio Mourão, por sua vez, sustenta que a falência é superavitária e que é absurdo cogitar que a falida tenha interesse em atrasar o encerramento do processo.123 Milhas: honorários entram no centro da disputa Montagem/iG/Freepik/123milhas 123 Milhas: honorários entram no centro da disputaA recuperação judicial da agência de viagens 123 Milhas, sediada em Belo Horizonte, foi admitida pela Justiça em agosto de 2023.

A causa envolve um passivo estimado em R$ 2,3 bilhões e afeta cerca de 700 mil credores, entre clientes, fornecedores e parceiros.O andamento do caso tem sido caracterizado por intensa judicialização e reviravoltas no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) a respeito de quem deve conduzir a recuperação.

Inicialmente, foram nomeados os escritórios Paoli Balbino & Balbino, Japur Administração Judicial e Inocêncio de Paula Advogados.Contudo, após recursos e julgamentos colegiados controversos, houve a destituição e a posterior restauração de administradores, afetando os cronogramas de publicação da lista de credores e do plano de recuperação.As principais contestações partiram de credores (como o Banco do Brasil) e do Ministério Público (MP), que apontaram suspeitas sobre a imparcialidade das indicações e os altos honorários fixados.

O MP questionou a atuação de sócia da Paoli Balbino, devido ao seu vínculo anterior com um escritório que advoga para a 123 Milhas. Além disso, questionou-se a remuneração estipulada em 3% do passivo, que garantiria aos administradores cerca de R$ 69 milhões, montante que o MP sugeriu ser reduzido para 0,8% caso o passivo ultrapassasse os R$ 2 bilhões.Após recursos, a Justiça reduziu os honorários pela metade (R$ 34,5 milhões) e determinou substituições técnicas.

O escritório Paoli Balbino nega qualquer tipo de favorecimento, afirmando que atua com exclusividade como auxiliar do Juízo e que as nomeações ocorrem devido à confiança dos magistrados na qualidade, expertise e seriedade de seu trabalho na defesa da coletividade de credores.All Saúde: credores apontam morosidade e falta de transparênciaA falência da Administradora Brasileira de Assistência Médica em Saúde LTDA (All Saúde) começou em 2017 e deixou cerca de 35 mil beneficiários sem plano de saúde, sendo 80% deles idosos.

Devido à massiva judicialização (com registro de 539 ações apenas nos sistemas Projudi-MG e TRT3), as administrações judiciais (conduzidas pelos escritórios Paoli Balbino & Balbino e Osmar Brina & Sérgio Mourão) pediram a ampliação das equipes, com a contratação de outros profissionais e escritórios auxiliares.No decorrer do processo, foram arrecadados bens significativos, incluindo seis pavimentos do Hotel Itatiaia, no centro de Belo Horizonte, e um grande inventário de equipamentos médicos.

Credores, fornecedores e clientes apontam morosidade e falta de transparência, levantando a suspeita de que a falência esteja sendo propositalmente protelada para que os administradores mantenham o controle sobre os ativos arrecadados e as fontes de renda oriundas da massa falida.O antigo proprietário da All Saúde argumentou que a empresa faliu devido ao "excesso de intervenções da Agência Nacional de Saúde (ANS)", além de contestar as dívidas declaradas ao afirmar que pode ter havido cobranças em duplicidade.

Os administradores judiciais defenderam as rigorosas arrecadações patrimoniais alegando que havia a suspeita de que um desvio de patrimônio estaria em curso, pois o endereço de operações da All Saúde era o mesmo de outras empresas que continuavam em pleno funcionamento.Escritórios defendem prestação de contas e contestam acusações Para contrapor as insinuações de falta de transparência e pagamentos vultosos, o escritório Osmar Brina & Sérgio Mourão afirma que uma gestão idônea exige inegociável prestação de contas mensal e anual ao Juízo.Como prova material dessa transparência contínua, os advogados indicam a sua prática consolidada de ajuizar ações próprias para exigir a prestação de suas contas, abrangendo vários anos ininterruptos de administração em outras massas falidas de grande porte.Um dos documentos apresenta a prestação aprovada do caso Probank.

"Osmar Brina Corrêa Lima e Dr Sérgio Mourão Corrêa Lima, qualificados, ajuizaram a presente ação de prestação de contas referente a sua administração da Massa Falida de Probank S/A, Via Telecom S/A, Probank participações S/A e Via Participações S/A, referente ao período de 11 de setembro de 2013 a 31 de julho de 2020."O escritório Osmar Brina & Sérgio Mourão rebate, também, as críticas sobre prolongamento alertando que o atual acordo firmado seja tendencioso, contraditório e altamente lesivo aos envolvidos.

A banca argumenta que a administração judicial tenta transigir e renunciar indevidamente a bens e direitos, que configuram sobras reais da massa falida, prejudicando o processo."No Acordo, a Administração Judicial parece pretender transigir e renunciar bens e direitos, que configuram sobra da Falida (que, no curso do processo, já foi demasiadamente prejudicada", afirmando ainda se tratar de um acordo "tendencioso, contraditório, ilícito, inoportuno, desnecessário, inconveniente e parcial".O escritório também acaba por defender o perito Cleber Batista de Sousa, ao rebater a tese do "milagre cronológico" – a suspeita de que a Exposição Circunstanciada teria sido redigida em apenas um dia com base no extenso laudo do perito contábil.

O escritório argumenta que o documento não dependia exclusivamente dessa perícia."A Exposição Circunstanciada, embora tenha que ser instruída, no momento de sua apresentação, com o laudo do perito nomeado pelo Juízo falimentar, não está fundada apenas neste documento". A defesa ressalta que "simples exame dos demais documentos (mais de 3 mil páginas) que a acompanham (...) comprovam que a Exposição Circunstanciada está respaldada nos quatro incidentes de extensão da falência" e destaca que "a maioria dos documentos foi apreendida em diligência conjunta da Massa Falida, do MPMG, do MPF e da Polícia Federal", o que justificaria o volume de dados já estruturados pela administração.Reportagem procurou os profissionais citadosA reportagem foi apurada em conjunto com o jornal Estado de Minas há cerca de 30 dias.

Desde então, aguardamos a manifestação de alguns dos citados, que, até o momento, ainda não se pronunciaram. O espaço permanece aberto para que apresentem seus esclarecimentos e posicionamentos.O escritório Paoli Balbino & Balbino Sociedade de Advogados, a advogada Erika Santiago e o perito Cléber Batista de Sousa (da Batista & Associados - Auditoria, Gestão Contábil e Perícia) foram procurados por meio de e-mail, WhatsApp e telefone, inicialmente nos dias 17 e 18 de setembro de 2026.

Neste último dia, o escritório e o perito responderam ter recebido as perguntas.Um dos assessores da Batista & Associados respondeu que "o Dr. Cleber está em uma diligência, em Rondônia, por conta disso ainda não conseguimos retornar acerca das perguntas".

A Paoli Balbino & Balbino Sociedade de Advogados respondeu por e-mail."Em atenção à solicitação enviada por Vossa Senhoria, a Paoli Balbino & Balbino Sociedade de Advogados informa que o seu representante, Dr. Otávio De Paoli Balbino, encontra-se em viagem fora do Brasil, em decorrência da sua participação como palestrante em Congresso Internacional.

Diante dessa circunstância, informamos que os questionamentos serão respondidos por ele próprio oportunamente, após o retorno da sua viagem".Os contatos foram retomados no dia 24 do mesmo mês, sem respostas. No dia 5 de outubro, o mesmo assessor respondeu por whatsapp que "mandei a mensagem aqui no grupo, mas por conta de diligências ainda não conseguimos dar a devida atenção, vou verificar novamente e lhe retorno, ok?", este o último contato feito.

Já a Paoli Balbino & Balbino Sociedade de Advogados não retornou mais. Um telefone atribuído ao advogado Otávio De Paoli Balbino também foi endereço de mensagem pelo WhatsApp, em 7 de outubro, mais uma vez, sem resposta.

Publicação Original ultimos segundos IG ultimosegundo.ig.com.br
Acessar no site oficial
Compartilhar: WhatsApp Facebook Telegram X
Curadoria e Apuração Editorial QTU Conteúdo jornalístico publicado em conformidade com os nossos Princípios Editoriais e política de transparência.
Conhecer a Redação →