A melhora temporária do mercado influencia o rumo nas mesas de negociação de empresas em recuperação judicial. Advogados especialistas no tema consultados pelo GLOBO observam que, com a possibilidade no radar de queda de juros e valorização de ativos brasileiros, sinalizada pelo desempenho da Bolsa e da baixa nos contratos de juros futuros, após o candidato Flávio Bolsonaro (PL) sair na frente no primeiro turno da eleição presidencial, companhias devedoras com algum fôlego financeiro adotam uma postura mais cautelosa. Estão avaliando se vale a pena vender bens e unidades produtivas agora ou esperar para negociar em uma posição melhor. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Em crise, Braskem e Raízen usam cenário eleitoral em 'paralisia negocial estratégica'
Fonte da notícia:
O Globo
O Globo
Deseja ler a íntegra original na fonte jornalística?
Acessar matéria no site O Globo