O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cobrou explicações sobre o que ocorreu durante a prorrogação do horário de votação no segundo turno deste domingo (25/10). A declaração foi feita por meio das redes sociais do filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Pela primeira vez na história do Brasil, um ministro do STF, no caso um ex-advogado de Lula, provocado pelo próprio PT, atropelou o TSE e tomou uma decisão que prorrogou as eleições até as 19h. O que aconteceu nesse intervalo de tempo, ninguém consegue entender.
Isso precisa ser esclarecido. Ninguém sabe exatamente qual foi o impacto dessa decisão”, cobrou Flávio.
Uma publicação partilhada por Flávio Bolsonaro (@flaviobolsonaro) Instantes depois, Flávio comparou a decisão a um cenário hipotético em que um ministro indicado pelo pai mudasse as regras eleitorais.
“Qual seria a reação do mundo? Lula reconheceria a minha vitória? Com certeza, não”, afirmou. Apenas 34.330 votos foram registrados após as 17h, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O número representa menos de 0,03% do total de votos das urnas analisadas. Em primeiro discurso após a derrota nas eleições presidenciais, Flávio não reconheceu a vitória de Lula e disse que vai pedir a anulação da eleição.
Em declaração na noite desse domingo (25/10), o senador criticou o ministro Zanin por prorrogar o tempo de votação e o acusou de favorecer Lula. “O que aconteceu no dia de hoje não foi algo normal, foi algo inclusive inaceitável.
O ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, ex-advogado do Lula, dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele, que muda a regra do jogo, no meio do jogo. Às 17 horas e um minuto, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior Eleitoral, atropelando a Justiça especializada, com uma decisão, prorrogando por duas horas a eleição”, declarou.
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