Quando Eloy Terena entregou um relatório sobre a violência contra indígenas brasileiros, em 2019, a Deb Haaland, então representante de uma das cadeiras do Novo México na Câmara dos Estados Unidos, não poderia imaginar que, sete anos depois, ele seria o segundo ministro brasileiro dos Povos Indígenas e a democrata se tornaria a primeira indígena eleita governadora de um estado americano.
Para Terena, a eleição de Haaland como governadora do Novo México é um marco para a representatividade indígena e uma reação ao avanço da extrema direita no mundo. Matéria exclusiva para assinantes.
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O Globo