Dólar firma queda e juros dos Treasuries curtos vão às mínimas durante entrevista de Warsh

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Fonte da notícia: Valor Valor

Os mercados de juros e câmbio mostram reações relevantes à coletiva do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh, após a decisão do banco central americano de manter a taxa básica de juros entre 3,50% e 3,75%, tomada de forma não unânime. Enquanto o dólar perdeu força em nível global, o que reverberou no mercado doméstico, as taxas dos Treasuries americanos de curto prazo passaram a cair às mínimas, movimento também acompanhado pelos juros futuros locais. Por volta de 16h15, o índice DXY, que mede a força do dólar contra seis moedas pares, caía 0,51%, a 100,91 pontos, ao passo que o dólar comercial recuava 0,56% no mercado à vista, a R$ 5,0931. No mercado de juros, a taxa da T-note americana de dois anos anotava baixa de 4,291% para 4,236%. Já no Brasil, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2028 cedia de 13,975% para 13,93%. Ainda que de forma mais contida, os mercados de ações brasileiro e americano também apresentaram alguma melhora. O Ibovespa se afastou das mínimas e passou a cair 0,88%, a 175.009 pontos, ao passo que o S&P 500 recuava 0,32%, a 7.404,75 pontos.Os ativos brasileiros tiveram uma leve melhora após a divulgação da decisão do Federal Reserve (Fed) nesta quarta-feira. Os juros futuros reverteram a alta, assim como o dólar, e o Ibovespa se afastou das mínimas do dia.

Perto das 15h10, o dólar à vista era negociado em queda de 0,10%, cotado a R$ 5,1166, enquanto antes da decisão a moeda americana apreciava 0,12%. Logo após a decisão o dólar chegou a cair com mais força, mas a dinâmica foi perdendo tração. O Ibovespa, por sua vez, se afastou das mínimas e operava em queda de 1,01%, aos 174.776 pontos.

Os juros futuros, por sua vez, apagaram a maior parte do avanço observado desde o início do pregão e passaram a rondar os ajustes da véspera logo após a decisão do Fed. Nos minutos seguintes, as taxas voltaram a subir, mas em ritmo modesto. No horário mencionado acima, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento de janeiro de 2028 oscilava de 13,975% para 13,98%, e a do DI de janeiro de 2029 subia de 14,225% a 14,255%.

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