Em dezoito dias os brasileiros decidirão quem comandará o país e é um equívoco superestimar resultados práticos de uma eventual relação carnal com Washington a partir de janeiro. Por lá, o norte seguirá o dos Estados Unidos em primeiro lugar. Donald Trump trata adversários e aliados com a mesma lógica da farinha pouca meu pirão primeiro. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Direita e mercado erram ao superestimar ganhos na relação carnal com EUA em eventual governo Flávio
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