Em um país marcado por desigualdades sociais, raciais e econômicas, a exposição a ondas de calor, secas, enchentes e outros eventos extremos é maior entre populações que têm menos acesso a infraestrutura, serviços públicos e condições para se proteger. A adaptação, portanto, precisa considerar as características de cada território e de quem vive nele, defenderam especialistas em debate promovido pelo Observatório do Clima, no Museu do Amanhã, no Rio, nesta terça-feira (11). Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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Crise climática é pior para população mais vulnerável, diz estudo
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