A comunidade paga criada por Carla Zambelli para financiar sua continuidade na Itália foi cancelada. A ex-deputada comunicou a queda da página em suas redes sociais na noite da última terça-feira,3, e os participantes tiveram seu dinheiro reembolsado.
A comunidade paga foi criada nesta semana e cobrava R$50 mensais para a participação. Zambelli fez uma postagem anunciando que disponibilizaria conteúdos exclusivos, histórias e bastidores, além de vídeos ao vivo e convidados para tratar de assuntos para os assinantes.
Os participantes foram reembolsados após o cancelamento, afirmou. Segundo ela, a comunidade foi encerrada pois a plataforma utilizada era brasileira.
Depois, Zambelli anunciou o link de uma vaquinha, feita em um site internacional. "Eu já fiz uma vaquinha lá.
O valor que eu recebi foi direto para o advogado Pieremilio Sammarco, que está me ajudando aqui na Itália", disse na postagem feita na noite de terça-feira, 3. VEJA MAIS
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[[(standard.Article) Relembre os casos de outros nomes ligados ao bolsonarismo que fugiram do País]] Ela alega que está impossibilitada de trabalhar, já que suas contas bancárias estão bloqueadas e ela não pode abrir novas contas, mesmo que no exterior.
"É uma forma de eu conseguir me manter até que a gente consiga pelo menos derrubar o pedido na Interpol", disse sobre a vaquinha. A ex-deputada entrou na lista de difusão vermelha da Interpol em junho do ano passado.
Zambelli é brasileira com cidadania italiana e fugiu para o país em maio de 2025, quando chegou a ser presa. No Brasil, ela foi condenada em dois casos: por coordenar um ataque hacker ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e por perseguir a mão armada um jornalista na época das eleições de 2022.
Em outubro, a justiça italiana adiou para o fim deste mês o julgamento sobre sua extradição, relativo à condenação por perseguição ao jornalista.
O Liberal