Quem acompanhou a política nacional nos últimos 20 anos, desde a primeira eleição presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva em 2003, sabe que o petista joga com o carisma e evita o confronto. Sua liderança foi forjada no movimento sindical, baseada no diálogo e na conciliação. Pelo que se viu na sexta-feira (16) na sabatina do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, na TV Globo, essas armas parecem inúteis para esta campanha. Com exceção do carisma, que sofreu o desgaste do tempo, o estilo conciliador de Lula de nada servirá para o embate com o senador do PL programado para domingo (18), no debate da Band. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Como linguagem corporal marcou sabatinas de Lula e Flávio; leia análise
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