Embora esteja hoje mais 'compradora' do que 'vendedora' de terras, a BrasilAgro (AGRO3) considera mais vantajoso reduzir dívidas do que adquirir novas fazendas. A avaliação é do CEO, André Guillaumon, que explicou que os juros elevados tornaram o pagamento do endividamento a melhor alternativa financeira para a companhia, que segue acompanhando oportunidades de aquisição - nos últimos cinco anos, foram R$ 2 bilhões.
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O Globo