Cientista conectada a general de base de caso envolvendo 'alien', sumido desde fevereiro, também está desaparecida

 

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O mistério em torno do desaparecimento do major-general William McCasland ganhou um novo capítulo: uma cientista especializada em foguetes e conectada profissionalmente ao oficial de alta patente também está desaparecida, em circunstâncias similares: sem qualquer pista sobre o paradeiro.

Monica Reza, de 60 anos, desapareceu na manhã de 22 de junho de 2025, na Floresta Nacional de Angeles, enquanto fazia uma trilha com dois companheiros experientes que exploravam a popular Trilha do Monte Waterman.

Voluntários e autoridades vasculharam a área por meses usando helicópteros, radares, grupos de caminhantes e cães — mas não encontraram nenhum vestígio de Monica, que ainda é considerada desaparecida, segundo o Departamento do Xerife do Condado de Los Angeles.

Já McCasland está desaparecido desde 27 de fevereiro.

Monica usava o sobrenome Jacinto na sua carreira profissional de grande sucesso como cientista da Aerojet Rocketdyne, empresa financiada por anos pela Nasa (agência espacial dos EUA) e pelo Laboratório de Pesquisa da Força Aérea, de acordo com o "SpaceNews".

Sua "superliga" patenteada à base de níquel, Mondaloy, a colocou na órbita de McCasland — que supervisionou o grupo da Força Aérea que financiou pesquisas no início dos anos 2000 sobre materiais avançados necessários para veículos espaciais e armas reutilizáveis.

McCasland foi diretor da Divisão de Materiais do Laboratório de Pesquisa de Veículos Espaciais da Força Aérea e comandante do Centro de Pesquisa Phillips na Base Aérea de Kirtland de 2001 a 2004, o que se relaciona diretamente com a pesquisa de Monica, de acordo com sua biografia oficial na Força Aérea.

"Como Mondaloy é uma família de ligas, trabalhei com a Força Aérea para aumentar a produção, analisar diferentes métodos de processamento e preparar o material para inserção em um motor de foguete", disse a cientista à "SpaceNews" num perfil publicado em 2017.

Foto de Monica Reza tirada pouco antes de ela desaparecer misteriosamente

Reprodução/Facebook

O general ganhou notoriedade por ter sido o comandante da Base Aérea e Laboratório de Pesquisa de Wright-Patterson, uma extensa instalação militar em Ohio (EUA), para onde destroços de um suposta nave alienígena — havia rumores de corpos que não pertenciam a seres humanos — foram discretamente transportados após "queda" do OVNI em julho de 1947 na pequena Roswell (Novo México, EUA).

A Força Aérea dos EUA negou repetidamente que jamais tenha possuído qualquer tecnologia extraterrestre ou "corpos alienígenas". Mas McCasland esteve no centro algumas das pesquisas aeroespaciais mais avançadas do Pentágono. Alguns teóricos da conspiração acreditam que essas pesquisas tiveram algum tipo de benefício do que aconteceu em 1947.

De acordo com a Fox News, McCasland teve um contato com um profissional de reparos residenciais por volta das 10h da manhã de 27 de fevereiro, o dia em que desapareceu. O militar da reserva sumiu o intervalo de uma hora (entre 11h e meio-dia) em que a sua esposa estava fora para uma consulta médica, deixando para trás seu celular e seus óculos.

William Neil McCasland

Reprodução/US Air Force

As buscas por McCasland envolvem a polícia local, o FBI (polícia federal dos EUA) e outras agências federais.

A esposa, Susan McCasland Wilkerson, afirmou que ele não sofre de demência nem de Alzheimer. Ela também minimizou a possibilidade do seu histórico militar ser um motivo para o desaparecimento.

"É verdade que, quando Neil estava na Força Aérea, ele tinha acesso a alguns programas e informações altamente confidenciais. Ele se aposentou da Força Aérea há quase 13 anos e, desde então, só teve autorizações de segurança muito comuns. Parece bastante improvável que ele tenha sido levado para extrair segredos muito antigos dele", escreveu Susan no Facebook.