A possível fuga do senador e candidato derrotado à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do Brasil para os Estados Unidos, provoca uma fissura e abre espaço para novos nomes na extrema direita, mas o bolsonarismo tem pela frente o desafio de disputar as ruas com o que chama de campo democrático, avalia Odilon Caldeira Neto, professor de História na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e coordenador do Observatório da Extrema Direita.
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