A governadora eleita do Distrito Federal, Celina Leão (PP), disse nesta terça-feira (27) que passada a eleição, é o momento de conversar com a União sobre o Banco de Brasília (BRB). Para ela, “o conteúdo político-eleitoral sempre foi muito prejudicial ao BRB”.
Celina afirmou que o presidente do banco, Nelson de Souza, continua no cargo. Durante a campanha, ela havia dito que o BRB não será privatizado.
A governadora disse que pretende fechar o ano com as contas “no azul” e com R$ 3 bilhões em caixa para investimentos. Ela afirmou que a gestão é de austeridade: “Você não pode ter uma gestão onde você gasta mais do que arrecada”.
Os números são declarações dela, sem demonstrativo fiscal apresentado. O balanço oficial só sai depois do fechamento das contas.
Sobre a possibilidade de parcelamento de salários de servidores, que circulou durante a campanha, Celina chamou a informação de “mentira” e disse em entrevista ao Metrópoles: “Zero possibilidade disso acontecer”. A governadora disse ter se surpreendido com a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial e atribuiu o resultado à “mobilização que o PT fez no segundo turno”.
Para o próximo mandato, Celina anunciou “várias trocas” nas secretarias, com presença de mulheres e escolhas técnicas, priorizando experiência de gestão. Sobre o vice, Gustavo Rocha (Republicanos), afirmou que ele “sempre foi um braço muito forte no governo”.
Diario do poder